Xixi no banho

Ontem eu estava escutando o meu curso de espanhol quando eles mencionaram uma campanha brasileira para economizar água. A campanha do xixi no banho.

Com a curiosidade aguçada, fui procurar o vídeo. Fiquei espantada ao ler que a descarga brasileira gasta 12 litros de água potável.

Honestamente, fazer xixi no banho não é exatamente uma economia tão grande. Um jeito melhor de economizar água (e dinheiro!) seria investir nos vasos sanitários parecidos com os europeus. Eles têm dois tipos de descarga. Um de 2 a 3 litros de água para o “número 1”, e outro de 6 a 8 litros de água para o “número 2”. Você mesmo escolhe qual a descarga que convém naquele momento apertando o botão da descarga curta ou da descarga longa.

Isso sim seria uma economia permanente de água.

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Carro voador

Durante as férias de fim de ano assistimos aos filmes da trilogia ‘De volta ao futuro’, e algo me chamou a atenção. Segundo o filme, eles achavam que no ano 2015 nós estaríamos usando carros voadores. Ainda brinquei com o Carsten e disse, “ei, ainda dá tempo!”

corpoEntão ontem de noite eu estava lendo a revista Ciência Ilustrada, que trouxe uma matéria chamada “Quando ficção científica vira realidade”. Só o título em si já me interessou. A matéria trouxe inúmeros exemplos de idéias visionárias mostradas em filmes e livros de ficção, idéias essas que no mundo real viraram realidade, estão prestes a virar realidade, ou não têm a menor chance de virar realidade no momento.
Coisas que estão longe de virar realidade são inteligência artificial, teletransporte de pessoas.

Coisas que podem se tornar realidade são por exemplo: colocar pessoas num estado de hibernação para viagens espaciais, assim como no filme ‘Alien, o oitavo passageiro’. Já em 2005 fizeram experimentos com porcos, onde eles colocaram os animais num estado de hibernação curto.

Outro exemplo é a criação de andróides (robôs com sentimentos), como os do filme ‘Blade Runner, o caçador de andróides’. Em 2008, uma universidade inglesa desenvolveu um pequeno robô que era controlado por neurônios cultivados em laboratório.

Interessante mesmo foi ler a lista de coisas que se tornaram realidade, coisas como satélites, fertilização in vitro, cartão de crédito, telefone celular/telefone inteligente (pense no comunicador de longa distância do filme Star Trek). Todas essas coisas, tão comuns no nosso dia-a-dia, foram visionadas há muito tempo por escritores de ficção científica.

Agora, das coisas que viraram realidade, os dois exemplos que achei mais interessantes foram:

Corpo biônico, como o do Robocop, onde as próteses instaladas no corpo funcionam como um membro real. A prótese inglesa bebionic3, feita de fibra de carbono e alumínio, funciona muito bem pelo que li. Mas a mais moderna no momento foi desenvolvida numa universidade sueca. É uma prótese de titânio que é conectada diretamente aos nervos e músculos. A prótese envia sinais elétricos para o cérebro e permite que a pessoa sinta, por exemplo, que está segurando um objeto. Impressionante.

voadorE a melhor de todas, algo que aguardo ansiosamente. O carro voador, assim como os visionados nos filmes ‘De volta para o futuro’, ‘O quinto elemento’, ‘Blade Runner’. Foi desenvolvido em 2012 e a empresa produtora tinha planos de começar a vender os modelos no final de 2013.

Empolgadíssima, digo para o Carsten que nossa espera acabou! Para cortar meu barato ele responde, “sim, mas provavelmente tem que fazer teste para piloto, ter habilitação especial, isso, aquilo e aquele outro.” E eu respondo, para fugir dos engarrafamentos eu faço qualquer coisa!

Assistindo ao vídeo mostrando o carro voador da Terrafugia, lembrei de um morcegão quando vi o carro abrindo as asas. Fiquei imaginando que a manutenção de um bicho desses deve ser um horror de caro. Sem falar no fato de que quando as asas estão dobradas, elas tampam a visão lateral do motorista. Dar aquela olhadinha por cima do ombro para evitar o ponto cego do espelho lateral, isso, pelo visto, não é possível nesse carro. Dá uma olhada no vídeo.