Chegada em Bremen

No primeiro dia de viagem descobrimos que a sinalização na Alemanha não é muito boa. Em alguns lugares faltam placas indicando que caminho tomar.

Antes de sairmos de casa, nós baixamos vários mapas das cidades que iríamos visitar e os trouxemos no iPod e no nosso telefone, mas mesmo assim foi difícil encontrar o caminho certo.

Assim que entramos em Bremen passamos o maior sufoco para encontrar nosso hotel. Depois de rodar por mais de meia hora, pedi para o Carsten parar num posto de gasolina. Eu fui na lojinha de conveniências e perguntei se eles sabiam me dizer, se eu estava muito longe do hotel.

Era um casal que estava tomando conta da loja. Meu alemão não é muito bom, mas entendi que não estávamos longe, mas era meio complicadinho chegar lá.

E não é que o homem larga a mulher dele na loja, entra num carro e diz que nós deveríamos seguir atrás dele?! Ele dirigiu até o hotel para nos mostrar o caminho.

Eu fiquei impressionada. Não sabia nem o que dizer para agradecer. Foi uma lição de vida. Nunca pensei que os alemães fossem tão solidários.

Sim, no Brasil as pessoas são capazes de uma gentileza dessas, porém estou vivendo na DK há tanto tempo, que já tinha me esquecido que existe gente boa nesse mundo. Aqui na Dinamarca ninguém nem oferece uma carona, quanto mais sair da loja para levar um estranho até o hotel que ficava à 5 minutos de distância.

Se a vida fosse uma partida de futebol, eu diria que em categoria de solidariedade, a Alemanha dá de dez à zero na Dinamarca. Olé!

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