Madeira – primeiras impressões

Cinco horas de vôo de Copenhague até Funchal… e foi o avião pousar que começou a chover.

No saguão do aeroporto nos aguardava um taxista, segurando uma placa dizendo Sr. Rodrigues. Bom, não é a primeira vez que me chamam de senhor, então tudo bem.

Assim que eu me identifico como “Sr” Rodrigues, o homem desabou a falar. Ele achava que estavam fazendo uma brincadeira com ele, pois o sobrenome dele também é Rodrigues e em 27 anos trabalhando como taxista na Madeira, ele nunca antes tinha ido buscar alguém com o nome Rodrigues. Então ele puxa a manga da blusa para mostrar uma tatuagem enorme no seu antebraço que dizia: Rodrigues

Vai gostar do seu sobrenome assim, lá na conchinchina!
E ainda por cima, além de termos o mesmo sobrenome, descobri que ele tinha o mesmo nome do meu pai! José Rodrigues.

Dentro do taxi, esse homem não parava de falar. Nos deu muitas dicas. Uma delas era ir do nosso hotel até uma vila de pescadores e de lá pega o trem confersível para o cabo Girão.

Enquanto estávamos no taxi, caiu um toró, mas um toró. Era o dilúvio, daqueles que não dá para ver nem um palmo na sua frente. Mas foi uma tempestade de verão. Depois de 5 minutos, a chuva sumiu e não voltou a chover por uma semana, só para contrariar a previsão do tempo, que dizia que ia chover todo dia!

Chegando no hotel, ficamos embasbacados com o tamanho do quarto. 72 metros quadrados. Dois banheiros, sala, cozinha, quarto, escritório, varanda. Caramba!

A sacada dava de frente tanto para um jardim bem bacana quanto para o mar. Isso sim é que foi uma viagem de luxo!

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