Brasil 2017

Fazia muito tempo que eu não ia ao Brasil. A última vez que fui para passear foi em 2011, onde fiz uma visita mega rápida a Recife, depois partimos para Porto de Galinhas e Fernando de Noronha. Eu e minha mãe. Foi uma viagem que deixou vontade de voltar.

Em 2014 eu fiz uma viagem de emergência ao Brasil, mas não vi quase ninguém.

E agora surgiu uma nova oportunidade. Dessa vez resolvi não visitar ninguém da família, mas somente curtir. Decisão extremamente impopular com minha família, mas dei sorte de ter escolhido assim. Assim que cheguei no BR, veio uma frente fria fenomenal da Antártica que deu até neve no sul. Sem condições de sair do verão dinamarquês, que já é curto e ruim, para ir passar frio no Brasil.

Então foi somente Espírito Santo e Bahia. Deu para sentir uma certa friagem que chegou no Espírito Santo, mas nada que matasse a gente de frio. Dava para curtir uma praia durante o dia. Só de noite que tinha que colocar um casaco.

Mas o motivo que me levou ao Brasil foi para dançar forró.

Eu comecei a dançar aqui na Dinamarca no final de 2015 e desde então só danço na Europa. Sempre tive curiosidade para saber como é dançar com os brasileiros, se é melhor, mais animado. Escolhi o maior festival de forró, o FENFIT, que era para fazer valer a viagem.

Depois de lá eu não sabia o que fazer, perguntei então para os forrozeiros no meu Facebook e esse povo todo indicou o sul da Bahia, Caraíva, Trancoso. Escolhi Caraíva porque li que o forró continuava lá. Vício! Rs

Cheguei no Brasil dois dias antes do festival começar. Cheguei como de costume em Guarulhos e tinha que ir até Vitória. Achei melhor fazer isso com antecedência para descansar e poder aproveitar o festival. Ir dançar com jetlag não deve ser nada agradável.

Em Vitória caminhei um pouco. Acho que escrevi isso num post anterior. No aeroporto dia seguinte, o pessoal que foi na van comigo disse que foram dançar forró. Eu perdi essa, mas foi bom descansar. A viagem até Itaúnas foi muito cansativa, a ponto de eu nem querer ir dançar na primeira noite e rejeitar convite para ir jantar.

Acho que estava também desanimada com a chuva e a quantidade de lama, já que as ruas todas da vila são de areia, terra.

Os detalhes do festival, as aventuras, e o fim da viagem em Caraíva eu conto nas próximas postagens, pq tem muita coisa pra contar!

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