No meio do caminho

Sábado. Acordo 6 da manhã. Pego minha magrela 7 em ponto e pedalo contra o vento até a pista de patinação no gelo. Como tava um ventinho frio, coloquei minha luva ao sair de casa, mas na metade do caminho, começou o suadouro.

Tirei as luvas e as coloquei junto com a mochila dentro da cestinha da bicicleta.

Cheguei 7:30 no ginásio de patinação. Deu para aquecer e alongar por 15 minutos e usar o tempo restante para colocar os patins e equipamento de proteção.

8:00 em ponto começa o treino e vai até 10:15.

Com os dedinhos do pé congelados, demora uns 15 minutos para tirar patins e aquecer os dedinhos antes de colocar os sapatos. Depois disso é destrancar a bici e voltar para casa.

Saindo do local, pedalei por uns 100 metros e vi no meio da ciclovia uma luva e falei pra mim mesma: Nossa! Como essa luva parece com a minha. Epa, cadê minha luva? Não está na cestinha?

Nenhuma das luvas estava na cestinha. Então essa luva no meio da rua era a minha? Eu nem vi a luva cair da cestinha. E cadê a outra?

Olhei mais pra frente, 20 metros, estava a outra luva no meio da calçada. Acredita nisso?

Ali na frente tinha um ponto de ônibus. As luvas ficaram largadas ali por 3 horas e ninguém pegou. Inacreditável!

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4 Responses to No meio do caminho

  1. Cabeça Disneyssauro diz:

    ohhh força de vontade de patinar, quem me dera se tivesse força de vontade, quando está frio só quero dormir, kkkk

    Fico imaginando o povo admirando as luvas no chão hahahaha (sorte hein)

    • Cristiane diz:

      Foi muita sorte. Mas eu acho que tem a ver com o covid. Outro dia de noite vi um cachecol bem bonitinho largado no meio da rua. Não tinha ninguém ali, só eu. Cheguei até a pensar no famoso “achado não é roubado”, mas depois pensei melhor, nessa época de covid, melhor não tocar nisso.
      Talvez tenha sido o mesmo com minhas luvas?

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