Bucket List

Uns meses atrás vi no Facebook um post que dizia: 30 coisas para fazer ao invés de se apaixonar novamente. Achei a lista interessante.

  1. Aprender uma nova língua. Baixar um aplicativo de línguas, conseguir um parceiro de conversação ou um dicionário bilíngüe e forçar sua mente em uma nova forma de compreender outras pessoas. 
  2. Ir para um país distante por um período indeterminado de tempo. Voltar quando sentir vontade, ou nunca mais voltar.
  3. Tirar carteira para motos. Alugue uma moto e ande pela cidade quando quiser se sentir “fodão”.
  4. Entrar na melhor forma de sua vida. Apreciar o seu corpo não apenas pela forma como ele é visto através dos olhos de outra pessoa, mas como é visto por você. Saiba seus novos limites físicos, e depois supere-os novamente.
  5. Visitar um amigo que se afastou – o que você sempre diz que vai visitar, mas nunca realmente vai.
  6. Aprender a tocar um instrumento. Dedique uma hora por dia para praticar e assistir-se melhorar. Crie um canal no Youtube, para sentir-se inspirado.
  7. Seja voluntário em algum lugar. Se você está cansado do mundo dentro de sua própria mente, comece a dedicar o seu tempo a uma causa que não te envolva. Perceba que há um universo inteiro fora de sua casa e que ele precisa de sua ajuda.
  8. Aprenda a mergulhar, escalar, ou asa delta. O que você achar mais legal.
  9. Tornar-se financeiramente independente (se ainda não for). Perceba que o dinheiro não compra felicidade, mas com certeza compra a paz de espírito, e isso é um conceito similar.
  10. Começar ioga. Torne-se uma daquelas pessoas que postam fotos em determinada posição em um penhasco no por do sol e sentem absolutamente zero de vergonha nisso.
  11. Escrever um livro. Todos nós temos algo para contar.
  12. Voltar para a escola. Receba uma boa educação de qualquer escola que puder ir, sem se preocupar com a distância.
  13. Comprar um pijama confortável e uma caneca bem grande para preencher com chá e aprender a consolar-se nas noites em que estiver sozinha.
  14. Dormir o dia inteiro se quiser. Fique tranquilo, mas não muito.
  15. Planejar seu futuro sem restrição. Permita que a sua imaginação corra solta e perceba que não há muito te impedindo de tornar esses sonhos uma realidade.
  16. Cometer um grande, enorme, gritante erro. Invista dinheiro em algo tolo. Namore uma pessoa terrivelmente errada para você. Perceba que apenas você é responsável por si mesmo. E que ainda tem muito tempo para fazer as coisas direito.
  17. Ir para casa e passar algum tempo sério com sua família. Conheça-a como pessoas, como adultos e como amigos.
  18. Sair com os amigos e ficar fora até o sol nascer
  19. Espalhar seu sono pela cama.
  20. Escolher algo sobre o qual se interesse, ir a biblioteca local e conferir todos os livros que puder encontrar sobre o assunto. Leia todos eles. Torne-se um especialista.
  21. Tornar-se íntima com seu próprio corpo.
  22. Fazer amigos que compartilham seus interesses.
  23. Abrir sua casa para intercambistas. Se você não pode se dar ao luxo de viajar, tenha essa experiência para fazer amigos de todo o mundo.
  24. Aprender a dançar. Mantenha seu corpo em movimento.
  25. Redecorar a sua casa, apartamento ou quarto. Pinte-o de uma cor você que nunca pensou.
  26. Treinar para uma maratona. Em seguida, realizá-la.
  27. Aprender a cozinhar três refeições muito bem. Impressione os amigos com esses três pratos para basicamente o resto de sua vida.
  28. Identificar uma coisa da qual você tem medo e fazê-la.
  29. Praticar meditação. Ficar confortável estando a sós com seus pensamentos e ouvindo o que estão tentando dizer.
  30.  Pegar todas as características que deseja em um parceiro e cultivá-las em si mesmo. Há uma pessoa com quem você definitivamente passará o resto de sua vida: você. Então, torne-se um ótimo companheiro.

Se alguém aqui assistiu ao filme “Antes de Partir” com Jack Nicholson e Morgan Freeman, o nome original do filme é Bucket List – que é uma lista de coisas para fazer antes de morrer. Eu tenho vários items na minha Bucket List, mas já adicionei vários novos baseados na lista acima.

Parece uma bobagem enorme ter uma Bucket List, mas a verdade é que colocar planos no papel, ajuda muito a saber que rumo tomar na vida, ao invés de ser levado sem destino para cá e para lá.

Submergiu

Ontem fui a uma degustação de vinhos com o povo do trabalho e está todo mundo comentando de uma história louca que ocorreu aqui em Copenhague. Não, ninguém estava bêbado ainda. Essa história doida eu escutei assim que cheguei. Estávamos todos sóbrios, juro! rs

Como eu não assisto TV nem leio jornal, justamente porque só se fala em notícia ruim, eu fiquei boquiaberta ouvindo os relatos. Detalhe, quem me contou leu a notícia no jornal da Turquia, então eu fui procurar em português e achei, mas não com todos os detalhes que ouvi ontem.

Imagina um cidadão que construiu ele mesmo 3 submarinos para uso particular. Onde esse homem estaciona esses submarinos, eu adoraria saber. 

Ouvi também que ele está metido na construção de um foguete.

Mas a história é que ele está preso, acusado de matar uma mulher no submarino dele. Mas até agora não encontraram o corpo dela.

As teorias são muitas, pelo menos do povo ontem, de que ela tenha fugido e está curtindo a vida na Tailândia, ou sabe-se lá. 

Cada doido nesse mundo. Quem precisa de 3 submarinos privativos? E aí, gata, quer dar uma voltinha no meu submarino?

Notícia em português

Tempo 

“Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.

Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.

Desta forma, eu digo:
Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo,
pois a única falta que terá,
será desse tempo que infelizmente não voltará mais.”

Mário Quintana

Mente hiperativa

Estou mais uma vez de férias. Férias de verão. Pedi apenas 2 semanas, mas acho que será suficiente para descansar. O primeiro dia é hoje.

Como o verão esse ano está sendo um fiasco, só frio e chuva, resolvi dar um “passeio” no Facebook. Um artigo me chamou a atenção, sobre síndrome do pensamento. Achei até que interessante, principalmente as dicas para viver melhor.

7 dicas para viver melhor

1. Treine sua mente para admirar algo que o dinheiro não compra, como observar seu filho a desenhar ou pintar, abraçar mais, beijar mais, trocar experiências com os filhos, dar carinho a quem se ama.

2. Tenha mais contato com a natureza. Caminhe ao ar livre, admire as árvores e os animais, aprecie o silêncio e o vento no rosto…

3. Faça alguma atividade lúdica. Vale praticar um esporte, ler um livro e contar histórias.

4. Proteja a sua emoção. Não cobre demais os outros (seja marido, sejam filhos ou amigos) nem a si mesma, isso torna a vida angustiante. Não exija demais das pessoas. Ao contrário, elogie mais, aponte as características boas, os pontos fortes de quem está ao seu lado.

5. Aprenda a relaxar. Pare um momento do dia, esqueça tudo ao redor, respire fundo, solte o corpo e esvazie a mente.

6. Perdoe o outro e se auto perdoe.

7. Dê mais risada, não leve a vida tão a ferro e fogo. Sorria!

Essas dicas não são nenhuma novidade, mas é sempre bom relembrar.

Todas as tribos

Estava eu escutando um programa espanhol, quando uma notícia me chamou a atenção. Antes de contar a história, eu gostaria de lhe perguntar: Você já ouviu falar de Jogos Olímpicos? Copa do Mundo? Claro que sim. Até mesmo se eu perguntar, se você já ouviu falar de Olimpíadas de Inverno, mesmo o Brasil não participando muito dessas competições, você provavelmente também dirá que sim.

Agora vem a pergunta do século: Você já ouviu falar dos Jogos dos Povos Indígenas? Hmm? Se a resposta for sim, você saberia me dizer de quanto em quanto tempo acontecem os Jogos Indígenas? De 4 em 4 anos como as Olimpíadas e a Copa? Quais são as modalidades da competição? Quantas tribos participam? Você pode se sentar confortavelmente no seu sofá com uma pipoquinha e acompanhar os jogos?

jogosindigenasSe você, assim como eu, não sabe a resposta para a maioria dessas perguntas, não se aflija. Isso serve para mostrar o poder da mídia brasileira, como eles podem manter uma população inteira na ignorância e promover o preconceito racial. Afinal, por que o povo brasileiro precisaria saber de uma notícia dessas? Para que saber mais sobre a cultura do nosso próprio povo, nossas próprias origens. É muito mais importante saber os detalhes da guerra no Iraq, ou da bomba que explodiu lá do outro lado do mundo, num lugar que até então você nunca nem tinha ouvido falar.

O fato é: Achei interessante saber que existe Jogos dos Povos Indígenas e resolvi pesquisar em sites brasileiros. Achei muito pouca coisa sobre o assunto. Então resolvi procurar em inglês (Indigenous Nations Games) e achei uma quantidade muito maior de informação, fotografias e vídeos. Isso prova que a minha teoria é correta: é preciso sair so seu próprio país para aprender mais sobre ele, sobre as suas culturas.

Os Jogos Indígenas começaram em 1996 e são jogos anuais. Algumas modalidades da competição se parecem com o que conhecemos, como futebol, natação e algumas provas de atletismo, como arremeço de dardo (nesse caso é arremeço de lança), corrida dos 100 metros. Agora, interessante mesmo são as modalidades exclusivas: cabo de guerra, arco e flecha, corrida da tora de buriti, canoagem, jikunahati, peikrân, luta corporal, entre outras.

  • Arco e flecha e canoagem dispensam explicação. Você também deve se lembrar dos tempos da escola, de brincar de cabo de guerra: uma corda e dois times, um de cada lado, puxando pra valer. Ganha o time que arrastar o adversário sobre a linha central.
  • A corrida com tora é novidade para mim. O time tem que correr carregando uma tora de mais ou menos 100 kg nos ombros.
  • O jikunahati é um jogo que lembra um pouco o futebol, mas ao invés de chutar a bola com os pés, só pode usar a cabeça.
  • Já o peikrãn, pelo que ví no vídeo, é um jogo de peteca, mas o cara que deixa a peteca cair tem que sair correndo feito um louco porque todos os outros saem correndo atrás dele até derrubá-lo no chão.

Também vale mencionar que há categorias masculinas, femininas e algumas vezes até alguma coisa infantil. Eu imaginava por exemplo que a corrida com tora de 100kg era coisa só para homens, mas fiquei impressionada ao ver uma foto do time feminino correndo com o trambolho nas costas.

Participam tribos de vários países, não só tribos brasileiras, no entanto vejo que o local dos jogos é sempre em território brasileiro: Pará, Goiás, Tocantins, Pernambuco, Bahia, Ceará. Os jogos de 2013 foram em novembro, em Cuiabá no Mato Grosso. Tribos de 16 países participaram, mais de 48 etnias e 1500 jogadores. Nativos (índios) dos Estados Unidos, Canadá e Noruega também foram convidados para participar. (Se você está se perguntando se na Noruega tem tribo indígina, pesquise sobre os Sámi – nativos da Noruega, Suécia, Finlândia e partes da Rússia)

Nesse link aqui tem uma versão mais completa do vídeo acima, incluindo entrevistas em português.

Também achei um vídeo da FIFA falando sobre o futebol nas competições indígenas. Achei bacana ouvir sobre o desenvolvimento do esporte entre os índios.

Mas o que eu gostei mesmo, foi assistir a um documentário gravado em 2010, quando a competição foi em Pernambuco – Olinda e Recife. Muito bem feito o documentário. Caso interesse, aqui vão os links:
parte 1  mostra a escolha do lugar
parte 2  mostra a importância do artesanato
parte 3  mostra as modalidades desportivas da competição
parte 4  termina de mostrar as modalidades
parte 5  mostra a entrega das medalhas para todos os participantes e o encerramento

É isso, só queria dividir com você essa informação. Espero que tenha gostado da postagem.  Pode ser que no Brasil agora haja mais divulgação dos jogos indígenas, mas como estou fora do país desde 2001, ando desatualizada.

Fontes utilizadas para escrever o testo: Brasilescola.com, jornal The Guardian

As fotos foram emprestadas dos seguintes sites: jornal Telegraph e Reuters.com
Aliás, tem umas fotos muito bonitas nesses dois sites. Vale a pena conferir.

Sentimentos

Outro vídeo interessante que vi foi esse experimento com arroz do Dr. Masaru Emoto.

Três potinhos com arroz, ele coloca um pouco de água em cada um deles e todos os dias ele diz para o arroz do potinho 1: muito obrigada.
Para o potinho 3 ele diz: você é um idiota.
E o potinho 2 ele ignora completamente.

Depois de um mês o arroz número 1 começa a fermentar e soltar aromas agradáveis. O arroz número 2 ficou negro, e o arroz número 3 começou a apodrecer.

O narrador diz que Dr. Masaru acha que esse estudo provê uma lição importante, especialmente em consideração com o modo como tratamos as crianças. Que deveríamos tomar conta delas, dar-lhes atenção, e conversar com elas. Indiferença faz mal.

 

Para relaxar

Aqui vai um link para aqueles dias que bem apurados, quando a gente precisa de uma pequena pausa para recarregar as energias. MoodTurn.com

moodturn

Nesse site você pode escolher entre os vários slideshows com fotos muito bacanas da natureza e escutar aos seus sons. Muito bom para dar uma pausa para o cérebro.

Funciona bem no Internet Explorer  mas não consegui fazer o som funcionar no Firefox.

O filhote?

Umas semanas atrás apareceu aquele elefante-marinho no Balneário Camboriú – história que virou notícia até em jornais internacionais.

bebeHoje, vasculhando o YouTube procurando por mais vídeos, achei esse vídeo abaixo muito interessante.

Segundo os comentários, eles acham que o animal é um filhote, e a teoria é de que o elefante-marinho que apareceu na avenida talvez seja a fêmea procurando por seu filhote.
O que na minha opinião faz sentido e explicaria porque o animal persistiu tanto, mesmo com tanta gente ao seu redor.

Os últimos 15 segundos do vídeo parece até propaganda de Mastercard: não tem preço.