Piada de mineiro

Mineirim foi se consultar e o médico perguntou o que ele tinha.

Ele disse que tinha: uma muié, uma vaca e uma galinha.

– Não é isso que quero saber, disse o médico. Quero saber o que o senhor está sentindo.

O mineirim respondeu: Eu tou sentindo vontade de separar da muié, vender a vaca e comer a galinha com quiabo!

Piada de mineiro

Num hospital psiquiátrico estão internados três paulistas e um mineiro.

O primeiro paulista diz: “Eu sou riquíssimo, vou comprar o Citybank!”
No que o segundo paulista retruca: “Sou mais rico ainda e quero comprar as ilhas Caimãs!”
O terceiro paulista então diz: “Mas rico como eu, você não é. Quero comprar a Microsoft!”
O mineiro pensa, pensa e diz: “Não vendo!”

Piadinha de profissões

Três amigos, um MÉDICO, um CÔMICO e um BOTÂNICO, resolveram fazer uma pescaria no pantanal.
Eis que, dois dias depois, remando pelos rios e igarapés, dão de cara com um índio e ficaram maravilhados.
Foram conversar com o índio e acharam que deviam falar com ‘SOTAQUE DE ÍNDIO’.
– NÓIS PESCANDU. Peixe muito bom. E índio como tá?
– Índio também PESCANDU.
– Água muito boa de pescar! O que o índio acha?
– Índio acha bom também.   HOMI BRANCO TUDU PESCADOR?
  Os homens brancos responderam:
– Nããão, mim MEDICU, ele COMICUe o outro BOTANICU….
– E índio?
– MIM TÁ FORA!!!

Piada de gerente

Pedido de aumento

O jovem empregado vai à sala do diretor da empresa onde trabalha:
_Senhor diretor, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.

Com medo de perder aquele promissor talento, dobra-lhe o salário. As empresas valorizam os funcionários quando eles recebem outras propostas.

_Mas mate-me uma  curiosidade. Pode dizer-me quais são essas quatro empresas?

_Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco!!!

Piadinha de gerente

EMPREGADO NOVO

O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100kg, recém admitido, e inicia o diálogo:  
_Qual é o seu nome?

_Eduardo
responde o empregado.  
_Olhe,
– explica o gerente –eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. Isso é  muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus  funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza… Então saiba que eu sou seu gerente e quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: qual é o seu nome completo?
O empregado responde:    
_Meu nome é Eduardo Paixão.
_Tá certo, Eduardo. Pode ir agora…

Português meio complicado

A crônica abaixo chegou por e-mail com o seguinte título: Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza (e eu acabo de descobrir que esse não é o título original da crônica).

Achei o texto genial e o postei aqui no blog há alguns dias. Hoje, no entanto, o autor do texto me deixou uma mensagem solicitando que eu cite a devida autoria; e eu o faço com prazer:

Texto de Jansen Viana, de 24/11/2012, publicado no site Recanto das Letras.

Título original da crônica é:

Trocando seis por meia dúzia

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
– Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
– Sou de Maputo, Moçambique.
– Da África, né?
– Sim, sim, da África.
– Aqui está cheio de africanos, vindo de toda parte do mundo. O mundo está cheio de   africanos.
– É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o  berço antropológico da humanidade…
– Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
– Desculpe, qual sala?
– Meia oito.
– Podes escrever?
– Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
– Ah, entendi, meia é seis.
– Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material: DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
– Quanto tenho que pagar?
– Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam meia.
– Hmmm! que bom. Ai está: seis reais.
– Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
– Pago meia? Só cinco? Meia é cinco?
– Isso, meia é cinco.
– Tá bom, meia é cinco.
– Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
– Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
– Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
– Pensei que fosse as 9:05, pois meia não é cinco? Você pode escrever aqui a hora que começa?
– Nove e meia, assim, veja: 9:30
– Ah, entendi, meia é trinta.
– Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?
– Sim, já estou na casa de um amigo.
– Em que bairro?
– No Trinta Bocas.
– Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?
– Isso mesmo, no bairro Meia Boca.
– Não é meia boca, é um bairro nobre.
– Então deve ser cinco bocas.
– Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
– E há quem possa entender?

Piadinha de traição

TRAIÇÃO À  MINEIRA

O  amigo chega pro Carzeduardo e fala:
–  Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
–  Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
– Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro  nela.
– Duvido! Ele não teria corage…
–  Mais teve! Pode confiri.

Indignado com o que o  amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta.
Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage.

Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
– Foi terrive di vê!!!
Ele jogou ela na cama, tirou a brusa…e os peito caiu.
Tirou a carcinha…e a barriga e a bunda dispencaro.
Tirou as meia…e  apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tuuudo cabiluda.
E eu dentro do guarda-roupa, cas mãos no rosto, pensava:
‘Ai…qui vergonha que tô do Arcide!!!’

Piadinha de amor

AMÁ-LA ou AMAR-TE?

O marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada :
– Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada pelo sono, responde:
– A mala!… ah não sei onde está! mas se não a encontraste, usa a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
– Não é isso querida, hoje vou amar-te.
– Por mim, podes ir a Marte, Júpiter, Saturno ou até à merda, desde que me deixes dormir em paz.

Piada de Joãozinho

As piadas de Joãozinho raramente me agradam, mas essa superou expectativas.

Na classe a professora pergunta:

– Joãozinho, o que você quer ser quando crescer?

– Quero ser bilionário, ir à boate mais cara, pegar a melhor puta, dar
a ela uma Ferrari de mais de milhão + um apartamento em Copacabana +
uma mansão em Paris + um jato para viagens pela Europa + um cartão
Visa Infinite, e amá-la 3 vezes ao dia.

A professora, realmente não sabendo mais o que fazer com o mal
comportamento do menino, resolve nem dar importância ao que ele
responde e continua a aula:

E você, Mariazinha?

– Quero ser a puta do Joãozinho…

Piada do Ary

No post anterior eu comecei falando de palavrão e piadas fortes. A idéia era colocar uma piada do Ary, mas a história de repente tomou outro rumo. Então aqui vai a piadinha do Ary, chamada Cadastro único. Com palavrão, claro. Mas segundo Dercy Gonçalves:

“Palavrão, meu filho, é condomínio, palavrão é fome, palavrão é a maldade que estão fazendo com um colírio custando 40 mil réis, palavrão é não ter cama nos hospitais”

Ela sempre teve resposta para tudo, principalmente quando perguntavam por que ela falava tanto palavrão.

Piadinha de mineirim

Essa eu já tinha postado antes, mas vale a pena relembrar.

Em tempos de eleição, dois candidatos mineiros adversários, um da cidade – o “Coroné” – e outro caipira – o “Mineirim”, se encontram na mesma barbearia.

Lá sentados, lado a lado, não se falou palavra alguma. Os barbeiros temiam iniciar qualquer conversa, pois poderia descambar para discussão, e o Coroné só andava armado.

Terminaram a barba de seus clientes, mais ou menos ao mesmo tempo. O primeiro barbeiro estendeu o braço para pegar a loção pós-barba e oferecer ao Coroné, no que foi interrompido rapidamente por seu cliente:

– Não, obrigado. A minha esposa vai sentir o cheiro e pensar que eu estive num puteiro.

O segundo barbeiro virou-se para o Mineirim:

– E o senhor? – indagou.

– Uai, popassá, sô! A minha muié num sabe memo como é cheiro de puteiro… Nunca trabaiô pur lá…

Dizem que a barbearia está fechada até hoje, para reforma.

 

Piadinha de terapia

Quatro pacientes estão reunidos na sala com o seu terapeuta. O terapeuta pede que se apresentem, que digam quais são suas atividades, e que comentem porque as exercem.
O primeiro diz:
– Me chamo Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
– O segundo se apresenta:
– Me chamo Ângelo. Sou arquiteto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
– A terceira fala:
– Meu nome é Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro peitos e bundas femininas e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
– O quarto, um mineirinho, diz:
– Sô Tunico, e inté gorinha achava qui era pedrêro, mais cabei de discubrí qui sô é Lésbica.

Piadinha de sanatório

Um Capixaba sádico, um Gaúcho masoquista, um Paulista assassino, um Mineiro necrófilo, um Carioca zoófilo e um Baiano piromaníaco estão sentados num banco de jardim dentro de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo.

Diz o Carioca zoófilo:

– E aí, vamos transar com um gato?

Então diz o Capixaba sádico:

– Vamos transar com um gato e depois torturá-lo!

E diz o Paulista assassino:

– Vamos transar com um gato, torturá-lo e depois matá-lo!

Diz o Mineiro necrófilo:

– Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo e depois transamos com ele outra vez!

E diz o Baiano piromaníaco:

– Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo, transar com ele outra vez e atear-lhe fogo!

Segue-se um silêncio, todos olham para o Gaucho masoquista e perguntam:

– E aí?

E diz o Gaúcho:

– Miau