Dinamarca, domingo 5 de novembro de 2023. Cheguei 1 da manhã em casa. Achei que estaria um frio doido, tipo 3 graus, mas por sorte estava fazendo 9 graus e sem vento. Realmente sorte, porque eu não tinha roupa de alto inverno comigo na mala.
Falando em mala… Passei tanto tempo sem minha mala durante a viagem, que já tinha até me esquecido do que tinha dentro dela. Foram 25 dias viajando, mas eu só vi minha mala grande por uns 9 dias.
Eu cheguei no Japão e a mala não. Terceira vez esse ano que viajo e a mala não chega. Só entregaram dois dias depois, mas eu estava preparada para uma eventualidade dessas e tinha colocado roupa para 2 dias na mochila que levei na mão.
Em seguida começou meu roteiro junto com um grupo, e toda vez que a gente ia trocar de cidade, usávamos os serviços de um entregador de malas. Então a mala ia para o destino no dia anterior da viagem. Bom, assim a gente ficava livre de carregar peso no trem e nas escadas das estações. Por outro lado tinha que pensar bem o que colocar na mochila e em muitas caminhadas a gente teve que carregar mochilão pesado. Enfim.
Vou dizer, gostei desse serviço de enviar a mala na véspera. Nos dias que estive passeando pelo Japão sozinha, também fiz uso desse serviço algumas vezes. Para evitar levar a mala para Hiroshima, mandei ela de Osaka direto para meu hotel em Kyoto, onde eu chegaria dois dias mais tarde. De lá, mandei enviarem a mala direto para o aeroporto e eu fui passear o restante dos dias sem mala. Claro que tudo isso tem um custo.

No dia de ir embora, busquei minha mala e então vem aquela história do voo cancelado. Foi engraçado. Busquei a mala e 3 horas mais tarde eu estava entregando ela novamente, pedindo para eles guardarem ela por 2 dias adicionais.
Quando eu cheguei em Copenhague ontem de noite e vi que a mala também chegou (foi a última entregue na esteira!) deu para matar a saudade dela!
Agora tenho que achar coragem para desfazer essa mala e lavar roupa!