Semana passada fomos informados no trabalho que quando Marianne voltasse das suas férias, que não era para ninguém perguntar se a viagem para a Tailândia tinha sido boa.
O marido dela morreu no último dia das férias.
Hoje na hora do almoço, fofoca vai, fofoca vem—e sempre tem um que sabe mais que os outros—ouvi que Marianne tinha comentado que essa viagem tinha sido a melhor que o casal tinha feito na vida. No dia que o homem faleceu ele tinha comido no jantar o seu prato preferido.
Imediatamente os comentários giram em torno do transtorno para liberar o corpo e transportá-lo até a Dinamarca. O processo é cheio de burocracia, tem que transportar o falecido em caixão de zinco, tem que providenciar um monte de documentos, sem comentar que já se está baqueado com a perda de um ente querido.
Mas então essa conversa fúnebre toma outro rumo… (e o povo anda bem informado, pois eu não estava sabendo de nada disso)
Esse negócio de transporte de defunto, tem gente que faz loucuras.
No aeroporto de Liverpool, na Inglaterra, duas mulheres foram presas em 2010 por tentar transportar o falecido de 91 anos numa cadeira de rodas. A viúva (61 anos) e a enteada (40 anos) queriam levar o homem no avião e diziam que ele estava apenas dormindo. Desembarcaram do táxi e solicitaram ajuda da companhia aérea dizendo que o velhinho no assento da frente do táxi estava muito debilitado e que elas precisariam de ajuda. O assistente ajudou, mas achou algo estranho e alertou os seguranças do aeroporto que checaram que o homem estava morto. As mulheres foram presas, pois é crime não informar um óbito. A polícia acha que a intenção delas era evitar ter que pagar pelos custos do transporte. Elas só foram liberadas da cadeia depois que a fiança foi paga.
Na Alemanha, em 2006, uma mulher de 53 anos colocou a mãe morta no banco de trás do carro e rodou 450 km pela Alemanha para diminuir os custos do enterro. Foi a capela que fez a denúncia. A polícia achou a defunta de 90 anos no carro, sem cinto de segurança (até nisso eles pensam numa hora dessas?) e coberta por roupas. A condutora do carro foi julgada por desrespeitar as leis de enterro e recebeu uma multa, pois segundo a polícia o ato atrapalhou que a morta tivesse paz.
Então fico sabendo da maior de todas e agora procurando pelos fatos na internet, achei até foto! (eu mereço)
Um dinamarquês chamado Flemming Pedersen.
Em 1998 ele roubou o corpo do pai de 86 anos, vestiu o defunto com roupa de couro e capacete e colocou o pai na garupa da sua moto Harley Davidson para fazer um passeio pelo centro de Copenhague.
No final do passeio ele arrasta o corpo do pai para um barzinho no centro da cidade e telefona para a polícia para se entregar.
O artigo termina dizendo que o próprio Flemming teve uma morte brutal. Morreu jogando roleta russa.
Está vendo? Uma conversinha ingênua de almoço pode inesperadamente virar numa rajada de humor negro. Eu sei que é triste, mas eu ri muito, porque essas histórias são medonhas demais. Parecia até coisa de cinema, daquele filme de 1989, Um morto muito louco.
Demorou hein, poxa vida pensei que fosse abandonar o blog, entro todo santo dia atras de novidades e nada, hehehe ia postar um video, mas vo postar aqui mesmo
http://www.youtube.com/watch?v=UUhuH-5VtOM&feature=player_embedded
Que soda tudo isso, sair de férias e morrer no ultimo dia, oo loco…
o melhor a fazer é devolver o celular p/ essa tal de Marianne
falow
http://www.youtube.com/watch?v=myJUp1zTzH4&feature=player_embedded#!
Minha primeira impressão foi: Deus me acuda, mais um desses vídeos. Só depois lendo os comentários é que me toquei que é uma campanha do governo. Interessante.
Eu ainda não tinha visto esse vídeo do vinheiteiro. Caramba, ele deu uma boa engordada. Eu sigo os vídeos dele há uns 2 anos.
Só não entendi do que se trata. Estão agora cobrando taxa por vídeos postados no y0utube?
Devolver o celular para Marianne? Pq? Não entendi. Onde é que entrou celular nessa história?
HUm, agora fiquei confuso, não tem uma tal de Marianne que ligam e mandam mensagens p/ teu celular?
é dessa desocupada que estou falando, hehehe ou é outra guia de oxum ?
hehehe
Acho que uma das coisas mais caras que tem é morrer! rs
Coitada da mulher…
Mas eu ri com as histórias. Tem que ser muito doido p/ rodar com um defunto por aí!
Já acho macabro demais um velório comum…
Mas um velório pode ser tão animado. Tão animado que tem gente que não consegue nem chorar. É por isso que inventaram as choradeiras profissionais! Pelo meno em Portugal é comum, as velhinhas que são pagas para ir lá chorar por um defunto que nem conhecem.
Tinha que ser coisa de portuga!
Eu confesso que já ri em velório, mas era de desconhecido. rs
Eu não tenho coragem nem de perguntar o que vc foi fazer num velório de desconhecido!
hahahahah… eu conhecia pessoas vivas que eram parentes do falecido.
Mas apesar disso eu gosto de cemitérios. São interessantes e calmos! 😀