Dias 17 e 18 de outubro eu postei algumas fotos de Matsumoto, mas aqui vai a seleção das melhores e a história por trás desses dois dias na cidade.
No trem a caminho de Matsumoto, chegou um momento que deu para ver o vulcão Monte Fuji. Só dava para ver a pontinha dele coberta de neve, mas como esse vulcão é um símbolo do Japão, todo mundo queria tirar uma foto. Olha, com o trem se movendo, tirar uma foto de vulcão entre os galhos, postes, e casas foi desafio. Nenhuma das minhas fotos ficou boa, porém uma delas ficou bem curiosa. Na frente, um campinho de mini golfe, e no fundão, Mt. Fuji bem bonitão.
A única atração da cidade é o castelo. Então dá-lhe tirar foto lá. Foto de roupa de samurai, foto de ninja, foto com a ninja. Foto de tampa de bueiro, claro!
Nesse dia tiramos a primeira foto de grupo. Eu viajei sozinha para o Japão, mas por 10 dias me juntei a um grupo muito animado.
Caminhando por uma rua com casas antigas, alguém estacionou sua bicicleta com três coelhos dentro de uma cestinha.
De noite, comemos num lugar onde havia várias barraquinhas e dava para provar um pouco da comida de cada um. A foto registrou que todos na mesa receberam seu pedido mas tinham se esquecido do meu!
Nessa mesma noite voltei lá no castelo para tirar fotos dele iluminado. No caminho de volta para o hotel, um bando de passarinhos (andorinha, acho) estavam tagarelando num poste de luz. Centenas de passarinhos fazendo a maior algazarra. De noite!! Passarinho no Japão não dorme, não?
No dia seguinte, antes de zarpar, tive duas horas para queimar, porque o trem estava atrasado. Tive a oportunidade de observar algo interessante. Uns 20 japoneses vestidos de policial se reuniram com dois mascotes para tirar uma foto. Depois disso várias pessoas queriam tirar fotos dos mascotes, incluindo duas velhinhas japonesas. O policial se ofereceu para tirar a foto delas. Será que em outros países a polícia se ofereceria para tirar tua foto?
Dentro do shopping, na frente de um banco, um robô queria falar comigo. Eu olhei pra ele e os olhos dele me deu a impressão de que era uma pessoa e que ele realmente queria entrar em contato. Se ele falasse português, acho que eu teria ido lá fazer um agrado nele.
Umas das minhas últimas fotos na cidade foi da máquina de comprar passagem para o trem. Essa diaba dessa máquina não diz o nome dos destinos, mas diz o preço para chegar ao destino. Para comprar o bilhete, você tem que saber o quanto a viagem vai custar. Em cima da máquina tinha uma painel com uma foto bem bonita do trem e as estações do ano no Japão.
Localização: Saindo de Tóquio, 3 horas de trem expresso até Matsumoto.
