Um dia e meio passeando em Hiroshima. Tirei tanta foto de tampa de bueiro! Era um mais lindo que a outro.
Caminhei bastante. Comecei num jardim bem bacana, onde eu fiquei por uma hora e até escrevi um post no blog de lá. Bem silencioso o lugar. Eles gostam de embrulhar as árvores.
Em seguida, cheguei no castelo de Hiroshima. Eu não ia entrar, mas como não tinha fila, acabei entrando só para subir ao último andar e tirar uma foto da vista lá de cima.
Vi um pessoal se vestindo de samurai e não resisti. Tive que colocar o capacete para crianças, porque o para adultos ficou muito grande. O que eu gostei mesmo foi do boneco de pelúcia gigante dentro do castelo.
Ao redor do castelo estava cheio de barraquinhas vendendo comida. Para não arriscar comer algo que não ia gostar, pedi frango frito e batatinha frita. O frango estava com um gosto meio estranho e minhas batatinhas se espatifaram no chão assim que me sentei no jardim. Passei um tempão coletando tudinho, porque no Japão eles são meio histéricos com limpeza. Como tudo no Japão é tão limpo, cheguei a pensar se daria para comer aquelas batatinhas mesmo tendo caído no chão do jardim, mas uma barata apareceu do nada e ela também queria as batatinhas.
Depois do frango, acabei sucumbindo ao desejo de tomar um sorvete de chá verde matcha. Gente, não tinha açúcar naquele sorvete.
Caminhando meio sem paradeiro, daqui a pouco vejo o prédio da bomba atômica. Uma multidão de adolescentes vestindo uniforme visitando o monumento. Gostei de ver eles sempre prestando atenção na explicação da professora.
De noite resolvi tirar fotos da cidade iluminada. Tinha lua cheia.
Na frente dos restaurantes, muitos colocam amostras (em plástico, acho) das comidas do cardápio. Ao lado do meu hotel tinha um restaurante servindo (julgando pela vitrine) pernas gigantes de caranguejo.
Foi em Hiroshima que eu encontrei minha correspondente e antes de ela ir embora, ela me levou para comer sushi de esteira. Eu achei estranho que na esteira não tinha sushi, mas só fotos de sushi.
Ela me explicou que teve um youtuber que ia nos sushi, lambia os pratos e os colocava de volta na esteira. Acho que chamaram a polícia para ele. Por causa desse incidente, não colocam mais sushi na esteira. Tinha que pedir no tablet.
Ainda bem que eles colocaram um panfleto explicando tudo o que tinha no balcão, porque eu não estava entendendo nada.
No Japão os fios de luz ficam expostos. Me lembrou do Brasil. Passei por umas ruas que tinha tanto fio embolado que mais parecia uma gambiarra.
Ah, a foto dos patinhos. Era para bloquear o trânsito. Se fosse aqui, usariam uns cones feios, mas lá, é patinho!
Localização: Saí de Osaka, 2 horas de viagem até Hiroshima no trem bala. Hiroshima foi o lugar mais distante de Tóquio que eu visitei.
