Então, a primeira viagem de 2015 foi para a Itália. Viajei com minha amiga Lu, leitora assídua do blog (não sei como é que vocês ainda não se cansaram de mim! nem minha irmã não lê mais o blog!) e nos divertimos de montão.
A preparação foi feita com carinho. Decidimos um roteiro que nos permitiria visitar várias regiões da Itália e ter uma idéia do que o país tem a oferecer. Fomos praticamente de norte a sul. No mapinha ao lado eu indiquei as regiões que visitamos com setas azuis.
Como as distâncias são grandes, nós nos locomovemos com o trem bala italiano, o Frecciarossa.
A nossa primeira parada foi em Milão. Ficamos na cidade somente um dia, o que foi um erro da minha parte. Eu deveria ter programado de ficar 2 dias lá.
Nas horas que tivemos livres, fomos apreciar a catedral de Milão e a galeria Vitório Emanuel II, que fica ali do ladinho.
Eu percebi que vários monumentos são dedicados a Vitório Emanuel II, e descobri que ele foi o rei que unificou a Itália.
A catedral é linda, mas não entramos, porque achamos estranho ter que pagar para entrar em igreja. Eu imaginei que custariam uns 10 euros para entrar naquela igreja, mas descobri depois que voltei de viagem que custa 2 euros.
Na entrada, controlando para ver se você tinha o bilhete de entrada, havia um pessoal uniformizado e armado. Pareciam ser do exército. Até imaginei a cena: “Mãos ao alto! Mostre seu bilhete ou eu atiro!”
Falando a verdade, nós nos arrependemos de não ter entrado naquela igreja. No último dia de viagem, quando voltamos para Milão, pensamos em usar as horas restantes antes do horário do nosso vôo para voltar na igreja, mas bem nesse dia estava chovendo e nós estávamos pra lá de cansadas. Decidimos deixar para visitar a catedral numa outra oportunidade.
No dia seguinte, entramos no trem e fizemos a descida até a Campagnia de uma vez só. Três horas e meia até Nápolis, viajando a 300 km/h, e depois mais 90 minutos até chegar numa cidadezinha muito bacana chamada Positano.