Bornholm – chegada

Tanta preocupação se iriam ou não apedrejar o ônibus, e no fim das contas, isso nem passou pela nossa cabeça. A preocupação foi não perder a balsa, pois a próxima era somente 6 horas mais tarde.

Quando saímos da estação central de Copenhague, por algum motivo, o trânsito estava todo congestionado. O trajeto de 15 minutos da estação central até o aeroporto (que era a próxima parada do ônibus) levou 70 minutos.

Com esse atraso todo, para chegar na balsa a tempo, sobraram 60 minutos para fazer 50 km. De busão!

Todos pensávamos que iríamos perder a balsa. E ainda faltava passar pelo controle de passaporte na Suécia, onde eles normalmente fariam todos descer do ônibus e checar cada passaporte individualmente. Isso levaria pelo menos uns 15 minutos.

Mas por sorte, no controle de passaporte, o policial foi bem legal, só checou a identificação do motorista, perguntou se todos os passageiros eram dinamarqueses, e deixou a gente passar. Acho que ele viu que estávamos muito atrasados.

E depois disso, o motorista meteu o pé naquele acelerador. Por sorte, a estrada estava livre, e sempre que aparecia algum carro mortinho na nossa frente, ele ultrapassava. Eu estava sentada no primeiro assento na frente. Fui de camarote assistindo tudo isso.

Chegou num ponto que o motorista ligou para o povo da balsa, dizendo que chegaríamos com 5 minutos de atraso, e pediu se podiam nos esperar. E eles esperaram!

Realmente chegamos com 5 minutos de atraso, mas até que todos entrassem na balsa, demorou mais uns 15 minutos. Mas não achei que a balsa tenha chegado com atraso em Bornholm. Acho que o comandante do ferryboat também “meteu o pé no acelerador”.

Depois disso foram 15 minutos de caminhada até a casa onde fiquei. Olha, percebi que perdi o costume de viajar. Fiz vários erros nessa viagem. Esqueci de trazer coisa, e carreguei coisa que não precisei e não usei porque eu esqueci de ler com atenção a descrição do quarto que aluguei.

Eu achava que era um quarto com banheiro privativo, no andar superior de uma casa. Acabou que esse quarto se transformou num “apartamento” de dois andares sobre a casa do casal. Muito espaçoso e confortável e com uma cozinha todinha equipada. Tanto trabalho para achar minha ebulidora, e nem usei, pois havia duas ebulidoras naquele apartamento!

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1 Response to Bornholm – chegada

  1. Seu Madruga diz:

    hehehe, pensei aqui com os meus botões, levar chaleira elétrica em viagem, hehehe
    mas inda bem que deu tudo certo.

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