Lisboa 2018

Hmm, antes de começar a escrever esse post, WordPress pediu que eu atualizasse o software. As mudanças são meio radicais. Vamos ver como eu vou me sair com o layout desse post. 

Bom, voltei a Lisboa pela 6ª vez na minha vida.
As últimas 4 vezes foram em anos consecutivos, para ir ao festival de forró Baião em Lisboa. Aliás o Baião de 2015 foi o primeiríssimo festival ao qual fui, e pelo visto, o Baião de 2018 será o último festival – ou um dos últimos. 

Esse ano eu fui a poucos festivais, e em cada um deles, percebi o quanto eu perdi o interesse por forró. Cheguei a um ponto que para esse festival em Lisboa eu nem sequer comprei o passe de entrada. A ideia era pagar individualmente por cada festa (6 no total). Acabei que fui a 1½ festa e resolvi não voltar mais.

Na primeira noite, depois de tomar dois goles de uma caipirinha, eu fiquei zonza, não estava conseguindo ver em foco nem andar em linha reta. Achei isso muito estranho e tive que ir embora no meio do show. No dia seguinte alguém perguntou se colocaram alguma droga na minha bebida. É possível, já que o copo não ficou na minha mão o tempo todo.

No dia seguinte, tinha uma multidão no local da festa, não tinha espaço para dançar, umas musiquinhas mequetrefes, e muita, mas muita mulher – e quando tem muita mulher é impossível dançar. Fica aquele bando de mulher desesperada praticamente agarrando os coitados a força, nego dançando contigo de mau humor, e a grande verdade é que os caras só querem dançar com as gostosonas nos seus 20 anos (ou falando num português bem claro, aquelas gurias que eles querem comer), e as quarentonas ficam de lado e só são chamadas pra dançar no final da festa, quando as gostosonas foram embora.

Obviamente eu não estava dançando quase nada, também não estava fazendo questão de convidar ninguém pra dançar. Quer dançar comigo? Vem me convidar.
No meio do show do Trio Juriti resolvi ir embora, porque já estava com dor nas costas de ficar de pé por quase uma hora esperando alguém vir me chamar pra dançar. Fui embora e não animei mais pra ir a nenhuma festa.

Aproveitei os meus dias restantes para curtir a cidade, fazer uns passeios alternativos, e não me arrependo. Acabei me diverti muito mais, vi e fiz coisas diferentes e visitei lugares exóticos. 

Um dos passeios “exóticos” foi uma caminhada com um fotógrafo e um grupo de gente muito animado vindos de Chicago (EUA) e Montpellier (França). O nosso fotógrafo era indiano, mas até em Paraty no Brasil ele já tinha morado. (Aliás, no dia anterior eu fiz um tour de bicicleta com um guia francês que também tinha morado em Paraty. O que é que esse povo gosta tanto de Paraty? Eu lembro de ter ido lá duas vezes quando adolescente e em ambas ocasiões eu achei que Paraty era uma vila chata, sem nada pra fazer, tipo Paranaguá, rsrs.)

Bom, o resultado do passeio com o fotógrafo coloco abaixo. Espero que gostem. O meu Facebook está bombando com comentários por causa dessas fotos.

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2 Responses to Lisboa 2018

  1. Cabeça Disneyssauro says:

    Deixou o forró de lado, já tava pesquisando o vídeo do casal bate coxa para postar, hehehe o fotógrafo é bom mesmo

    • Cristiane says:

      Eu gostei do trabalho do cara. Mas ele tem esses filtros com cores bem fortes. Tem uma foto aí que parece que meu dente é cor-de-rosa kkkk

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