Trio

Sabe aquela fofoca boa que eu prometi do festival de forró de Paris? Pois é, eu fiquei me enrolando para escrever, e até que foi bom, pois agora há pouco algo aconteceu que tornou a história muito mais atrativa e eu estou contentíssima.

Eu não sei se vocês gostam de forró pé de serra, mas eu gosto muito, e gosto demais das músicas do Trio Dona Zefa.

bichoDepois que eu já tinha comprado o passaporte para participar do festival, foi que anunciaram que tanto o grupo Bicho de Pé (que eu tb adoro) e o Trio Dona Zefa tocariam nas festas. Eu fiquei radiante!

Os dois shows do Bicho de Pé foram animadíssimos. Dancei demais e até dancei uma com o sanfoneiro deles, rapaz simpático com óculos da armação branca. Ele falou assim, antes do show, só sei dançar dois pra lá e dois pra cá. E eu disse: é o forró das antigas. Está bom demais.

No último dia, foi a vez do Trio Dona Zefa. Eu tinha chegado cedo nessa noite e estava arrastando as chinelas com um menino brasileiro quando eu reconheci o vocalista entrando. Lembro que eu pensei, nossa, mas eles estão entrando assim pelas portas da frente? E depois não pensei mais nisso.

Depois da dança, eu parei num cantinho para descansar, e de repente vejo o vocalista na minha frente, bem pertinho. Eu disse: Oi, tudo bem?. Ele disse: Tudo. Me deu dois beijinhos, perguntou meu nome e disse: Prazer, Danilo.

Achei muito simpático e isso animou o meu dia. Digo, minha noite.

Depois é dança pra cá, dança pra lá. E quando eu não estava dançando, ou eu estava na frente do palco, ou num cantinho ali do lado, cantando junto, no embalo das canções. Foi então, no meio de uma música, que o Danilo fez um aceno para mim lá do palco. Eu acho que eu fiz cara de susto, porque ele ficou com uma expressão estranha no rosto, mas é que eu fiquei assustada que lá de cima ele estava me vendo. Eu sempre achei, que com aquele monte de luz sobre eles, que não dava para ver nada. Mas me enganei. Do palco dá para acompanhar a movimentação toda.
Puxa vida. Teria sido tão legal se eu tivesse retribuído o aceno.

Depois do show eles estavam autografando CDs. Fui tentar comprar um CD para guardar de recordação, mas já tinha vendido tudo. Paciência. Ao invés do CD, vou guardar de recordação as experiências dessa noite, porque o show deles foi fenomenal. Dancei muito. E depois do show até perguntei para o sanfoneiro deles, o Tom, se ele só tocava forró ou se dançava também.

Acho que ele não escutou direito o que eu falei e de repente ele também me deu dois beijinhos e disse: Tom. E eu repeti a pergunta, porém ele respondeu que não sabia dançar. Pena né.

E uns dias se passaram, até que o Trio compartilhou um vídeo do show no Facebook e eu mandei uma mensagem dizendo que o show tinha sido maravilhoso e foi pena que os CDs tinham se esgotado rápido, pq eu queria ter trazido um pra casa. E brinquei perguntando se eles não mandavam um CD para mim na Dinamarca.

Eis que hoje, 12 dias mais tarde, eu recebo uma mensagem do Trio Dona Zefa dizendo para eu mandar meu endereço para o produtor deles, que eles vão me mandar um CD de presente! Achei fantástico! Alegrou o meu dia e até o meu coração está radiante. Não pq eles vão me dar um CD de presente, mas pela simpatia deles usarem o tempo deles para me escrever uma mensagem particular. Foi realmente muito querido da parte deles.

E eu que pensei que essa história não acabaria com final feliz, por causa da minha cara de susto, mas me enganei. O final foi muito melhor do que o imaginado. Essa é uma lembrança que vou guardar comigo por muitos anos. E tudo graças ao forró. #Se não fosse o forró o que seria de mim, Deus meu… o que seria de mim?#

Fofocas

Acabei de voltar do festival de forró de Paris. Voltei para casa cheia de boas histórias para contar, mas acho que a melhor de todas foi a minha experiência com o grupo Trio Dona Zefa… mas eu escrevo sobre isso mais tarde, depois que eu dormir. Foram 4 dias de festa, dançando de 15 horas por dia sem parar. Estou só o pó da rabiola

Tecnologia

No meu trabalho me deram um iPhone 6 – que eu particularmente acho um desperdício de dinheiro, já que eu só uso o telefone para coisas muito básicas eu eu ficaria igualmente satisfeita com um Nokia de 10 anos de idade.

Como o telefone é de trabalho, eu não tenho tempo de ficar vasculhando que tipos de maravilhas ele é capaz de executar.

O fato é que hoje a Siri, depois de vários meses de silêncio, resolveu falar comigo. Eu sempre pensei que fosse o usuário que desse o pontapé inicial na conversa, mas hoje ela puxou papo, em inglês.

“I can do many new tricks, do you want to see what I can do?”

Se alguém chega anunciando que pode fazer novos truques, isso aguça a curiosidade da gente. Aí eu me senti na obrigação de perguntar quais novos truques ela pode fazer, e veio a lista – que aliás é impressionante. Isso sim é que é tecnologia, deixa o meu Samsung no chinelo.

Quando eu cheguei em casa, vejo o Carsten se vangloriando do seu novo telefone que chegou hoje pelo correio: um chinês chamado OnePlus 2, que usa tecnologia Android. Parece ser muito bom e eu estou cogitando comprar um quando eu tiver dinheiro (mas no momento o forró tem levado todo meu dindim e minha saúde).

Então me lembrei da história com a Siri e queria contar para o Carsten, mas ele me surpreende dizendo que não sabe o que é Siri. Eu quase tive um troço. Como esse homem anda desinformado. E ele trabalha com TI !

Então puxo o telefone da mochila e digo “Hi Siri” e ela me pergunta como pode me ajudar. Primeiro eu peço para ela encontrar notícias sobre o atentado em Bruxelas. Aí o Carsten se anima e tenta fazer o mesmo no seu telefone novo.

Nesse momento eu ia dizer não-sei-o-que-lá para a Siri, o microfone estava ligado, e ela registrou o que o Carsten estava falando. Ele disse: OK Google

Acho que a Siri ficou brava. Ela me disse bem assim:

“Very funny. Not funny ha-ha, but funny.” – como se estivesse dizendo: engraçadinha a senhora, hein!

Ô meu pai do céu. Será que fiz inimizade com o meu telefone?

Emigração

Mas, me diga, você também está de mala e cuia pronta para vir morar no exterior? Cansou do Brasil ou da pouca-vergonha da política nacional e quer ir embora? Então entre na fila.

Tem tanta gente me escrevendo, perguntando como fazer para morar no exterior, qual a minha visão de morar no exterior, que eu acho que se esse povo todo realmente emigrar, não vai sobrar mais ninguém no Brasil. Muita gente me perguntando como fazer, mas a verdade é que pouca gente tem coragem de colocar o plano em prática. Porque não é fácil ser estrangeiro num outro país. A gente tem que aprender a engolir muito sapo e  passar por muita dificuldade.

A palavra-chave para viver bem no exterior é aceitação. Aceitar as novas circunstâncias, aceitar que as coisas são diferentes e que nunca mais serão como antes, aceitar, aceitar, aceitar – ou a vida pode se tornar bem amarga.

Todos querem ir embora, mas eu pergunto, ao invés de abandonar o barco, não é uma melhor solução tentar emendar a embarcação? Senão o Brasil nunca vai melhorar.

Bom, pensando bem, acho que o Brasil nunca vai melhorar.
Para que as coisas melhorem é preciso que a mentalidade da população como um todo mude, e essa façanha é muito difícil de se alcançar.
Talvez se as novelas da Globo ajudassem a divulgar a mentalidade de honestidade, política correta, direitos e deveres do cidadão… mas sabe quando isso vai acontecer?

É gente, boa sorte pra vocês.

Pague para entrar

Volta e meia eu me lembro do título de um filme que eu nunca assisti: Pague para entrar e reze para sair.

É assim que eu me sinto em relação a minha situação com a assinatura do meu jornal. Não sei se vocês se lembram, mas dois anos atrás eu recebi jornal de graça por um ano, porque eles nunca me mandaram a conta para pagar a assinatura, mesmo eu tendo contactado eles várias vezes.

Esse ano algo parecido está acontecendo. Normalmente eles enviam a conta  para a renovação da assinatura, mas dessa vez eles enviaram um link com a opção de renovar ou não. Segundo o email, eu só continuaria a receber o jornal se fizesse a renovação.

Ótimo. Vi isso como uma oportunidade de cancelar minha assinatura e não renovei. Mas quem disse que o jornal pára de chegar aqui em casa? Só falta eles me mandarem mais um ano de jornal gratuito!

Sonífero

Eu adoro dormir. Meu passatempo predileto nas férias (e durante o verão) é tirar uma soneca no meio da tarde.

Quando não durmo direito, fico tão cri-cri, que nem eu me aguento. Não sei por que, mas nos últimos anos tenho tido dificuldade para pegar no sono nas noites de lua cheia. Acho que é porque estou chegando na idade da loba! 🙂

Brincadeiras à parte, durante essa semana dormi muito mal. Ando feito zumbi. Dou graças aos sucos energéticos à base de gengibre e uns chás pretos inglêses, para me ajudar a ficar acordada nas reuniões do trabalho.

OK, há várias coisas que ajudam a te manter acordado, mas sonífero que é bom, só com receita médica? Porque cházinho de camomila e leite quente não funcionam para mim.

O que você faz quando não consegue pegar no sono?

Natal diferente

Oi gente (meu queridos, fiéis, dois seguidores! :))

Espero que tenham passado um ótimo natal, com muita alegria e tranquilidade. Aqui em casa no natal foi muito diferente. Carsten e eu comemoramos no dia 23. Como de costume Carsten fez a ceia tradicional dinamarquesa com lombo de porco, batatas carameladas e repolho-roxo. Depois da janta assistimos a uns filmes e trocamos presentes.

Na noite do dia 24, nós fomos visitar o pai do Carsten, que é casado com a Qi, uma moça chinesa. Eles normalmente passam a temporada de natal na China, Turquia, ou então vêm aqui em casa, mas esse ano nós perguntamos se poderíamos nós ir até a casa deles. E foi isso que fizemos. Qi preparou vários pratos tradicionais chineses. Nossa, que espetáculo. Que comida fantástica. Me empanturrei e ainda trouxemos uns rolinhos-primavera para casa, para fritar hoje.

Hoje estamos em casa, morgando, fuçando na internet e discutindo como limpar a casa. Você sabe, com o passar dos anos a gente vai acumulando bastante tralha, e nós chegamos ao ponto de não ter lugar para mais nada. Ganhei uma fruteira e uma bolsa para piquenique de presente, e não sei nem onde eu vou guardar essas coisas. Ah, essa vida, onde os nossos problemas são problemas de luxo!

Festa

Meu aniversário se aproxima e esse ano eu resolvi fazer uma coisa diferente. Convidei um monte de brasileiras para virem aqui em casa para uma festa de Halloween no sábado dia 31 de outubro.

Eu sempre tive vontade de ir à uma festa à fantasia, e nunca ninguém me convidou. Então resolvi eu fazer uma festa de dia das bruxas e pedi para as meninas virem fantasiadas. Só quero ver no que vai dar.

No momento estou na fase do planejamento, tanto de decoração quanto do menu. Espero que seja uma festa de arromba!

Barbudos

Você certamente já ouviu falar do “Movember”. Uma mistura de Moustache (bigode) com November (novembro). Nesse período os homens deixam crescer o bigode em prol de uma boa causa, que eu, honestamente não me lembro do que se trata.

Particularmente acho o Movember um mês onde os homens ficam horrorosos. Eu gosto de uma barba bem cheia, nada desses bigodes ralos crescendo a passos lentos.

Acho que há Movember há uns 5 anos ou mais, porém reparei que em 2015 está na moda ter uma barba cheia, que cobre o rosto todo. Nunca vi tanto homem barbudo, como nesse ano. E não são exatamente barbas bem aparadas. São barbas tão arredias, que até os abominável homem das cavernas tinha uma barba mais bem cuidada. Juro!

Ontem mesmo, no trem, vi um rapaz com uma barba tão desleixada, que ele estava a cara do Forrest Gump, naquela cena em que ele decide correr sem destino e fica com uma barba enorme e toda espetada. É sério. Eu me senti como se estivesse olhando para o Tom Hanks. Era perfeito, não tinha nem o que tirar nem pôr.

Agora, o mês de novembro se aproxima. Esse ano os homens estão barbudos de antemão, então eu me pergunto, o que será que eles vão deixar crescer quando o Movember chegar? Hmmmm

O fim

Eu acho que o fim se aproxima. Calma, não é o fim do mundo, mas talvez seja o fim do blog.

Esse ano eu percebo que não tenho o mesmo pique para escrever. Aconteceram várias coisas interessantes, e eu cheguei a escrever rascunhos de várias notícias e curiosidades, com o intuito de compartilhá-las com vocês, mas acabei perdendo o interesse e nunca publiquei os posts.

Não sei se essa falta de energia é devido aos probleminhas de 2015, ou se o blog já rendeu o que tinha que render, e chegou a hora de encontrar um novo hobby.

Eu não decidi ainda. Acho que vou esperar até 2016 para tomar a decisão final.

Até lá vou tentar escrever as novidades.

A melhor novidade do momento, além do fato de que eu não perdi meu emprego na rodada de demissões na minha empresa, é que resolvi entrar num curso de forró.

Dançar ritmos latinos está na moda, e finalmente o forró chegou pros lados de cá. Semana retrasada fui numa noitada de arrasta pé e rala coxa, e dancei a noite inteira. Foi ótimo.

Hoje eu teria repetido a dose, se eu estivesse me sentindo melhor. Mas não tem problema, deixarei para a próxima vez, que será dia 25 de setembro.

Até lá.

Coisas do destino

Domingo de páscoa e na residência do tio Carsten e Cristiane a gente não fez nada. Não teve café da manhã especial, não teve almoço, só agora que o Carsten foi para a cozinha e ele vai fazer krabinetter, que é um bolinho de carne dina feito com carne de porco moída e é servido com batatas e um molho cremoso com cenouras e ervilhas. Parece horrível, mas eu acabei me acostumando e agora até gosto do troço – especialmente porque eu não preciso me embrenhar na cozinha (mas não diga isso para o Carsten!)

krabEnquanto aguardo pelo jantar, abro meu Outlook e ele me lembra que hoje é o níver da Tati, uma antiga colega do primeiro grau.

Estudamos juntas por muitos anos. Depois que eu fui morar em Curitiba mantivemos a amizade e ela chegou até a morar comigo por alguns meses, mas não deu certo (afinal, eu sou uma pessoa difícil) e depois disso perdemos contato.

Eu pensei que nunca mais encontraria essa moça, mas em 2011 que eu recebi uma mensagem surpreendente no Facebook, não da Tati, mas da irmã dela. Aparentemente a Tati tinha sonhado comigo e que pediu para a irmã tentar me localizar. Olha que coisa. E ela me achou e mandou um número de telefone.

Confesso que fiquei com receio de telefonar, pois de 1994 a 2011 muito tempo se passou e as pessoas mudam. Mas telefonei, ela contou as novidades e me tratou tão bem, que quando fui ao Brasil em novembro 2011 eu marquei um encontro com ela. Naquele dia, no shopping Curitiba, ela me deu um livro de presente, e este está sendo muito útil. Ele se chama “1.000 lugares para conhecer antes de morrer – um guia para toda a vida”. Toda vez que eu viajo para um desses 1000 lugares, eu marco um asterisco na página.

O fato é que hoje é o niver dela e achei uma coincidência bem grande o niver coincidir com o domingo de Páscoa. Mandei um email perguntando se hoje teve bolo ou somente ovos de chocolate, mas ainda não obtive resposta. Também perguntei se essa foi a primeira vez que a páscoa tinha caído no dia do aniversário dela e agora estou curiosa para saber a resposta.

Fiquei pensando no niver da minha avó, que é no 8 de maio. Volta e meia o aniversário dela cai no segundo domingo de maio, ou seja, dia das mães. Em função disso o dia fica mais especial. Pensei que talvez para Tati seja a mesma coisa, que volta e meia o aniversário dela caia no dia de Páscoa, mas acabei de descobrir que o dia de hoje é bem especial para ela.

Achei um site que lista todos os dias de domingo de páscoa da história (e os que estão por vir) e descobri que a última vez que a Páscoa caiu no dia 5 de abril foi em 1953. Nem minha mãe não era nascida nessa época, quanto mais a Tati, que tem a minha idade. Então hoje é um dia super especial para ela e espero que a comemoração esteja sendo bem animada.
A próxima vez que a páscoa cairá nesse dia será em 2026. 

Espero que a sua páscoa também tenha sido especial e que tenha dado para descansar durante o feriado.

Cadê o sol?

Não, esse post não é sobre o eclipse. Sobre isso eu escrevi no post chamado “Eclíptico”. A postagem de hoje é para me queixar de São Pedro – porque só pode ser uma piada sem graça a que ele está fazendo.

Faz um sol lindo de segunda à sexta, mas chega o fim de semana, e a gente tem que se contentar com céu encoberto e frio.

Então começa uma nova semana e novamente faz sol de segunda até… hoje, que é sexta. Bem no dia do eclipse e céu amanheceu nublado e choveu. E pior, a previsão para o fim de semana é chuva torrencia e geada. Pode isso? Duas semanas consecutivas disso? Não dá vontade de mandar São Pedro para aquele lugar?

Uma questão de localização

Hoje de manhã eu não conseguia achar meu telefone.
E aqui em casa, hoje em dia, só temos nossos telefones celulares e mais nada. Abrimos mão do telefone fixo.

Enquanto procurava o bendito, fiquei lembrando de antigamente, quando a gente sabia exatamente onde o telefone fixo estava localizado na casa. E mesmo se fosse um telefone sem fio, a gente também sabia onde ele estava – normalmente na base, carregando.

Mas na era dos smartphones, com suas multifunções, eu uso o celular enquanto estou na sala, na cozinha, no quarto… e depois não lembro onde larguei o bicho.
E justamente hoje, fiquei pensando:
E se acontecer alguma coisa?
E se eu precisar fazer uma ligação de emergência?
E se numa hora dessas eu não souber onde larguei o telefone?
Será que entraria em pânico? Será que isso custaria uma vida?

Será que seria uma boa idéia se educar para deixar o telefone num lugar só, assim, no caso de uma emergência, você saberá onde encontrá-lo?

Maracujá

Alguns anos atrás, eu trouxe um chuchu do Brasil para a Dinamarca, e ele começou a brotar.
Lembro que eu fiquei muito empolgada, e eu registrava o crescimento do bicho no blog.

Mas depois que eu vi que ele estava crescendo numa velocidade enorme, eu achei melhor colocá-lo lá fora, e o frio matou a planta.

Dessa vez, eu trouxe do Brasil sementes de maracujá amarelo, aquele azedinho.
Normalmente, semente de maracujá demora para germinar, mas não é que quase todas as sementes que eu trouxe estão germinando?! Vamos ver no que isso vai dar.
Se tudo der certo, nesse ano vou tomar suco de maracujá!

Vontade

Estou com vontade de comer um chocolate Surpresa… já estou até vendo a cara do tigre da embalagem.

Se eu estivesse no meio do deserto, diria que eu estou vendo miragem.

Ouvi dizer que o chocolate Lolo voltou. E o surpresa, voltou também? Não tem como me mandar um?