Blues

Um amigo meu, forrozeiro de Hamburgo (Alemanha), está passando uma temporada trabalhando na Dinamarca e fomos nós dois pro centro de Copenhague tomar uns drinks.

Eu queria ir ao meu bar predileto, mas estava um frio, mas um frio de matar. Para escapar do vento, acabamos entrando no primeiro bar que vimos.

Não havia muitas opções de coquetéis, mas tudo bem. Uma piña colada quebra um galho.

E conversa vai, conversa vem, de repente começa show com música ao vivo – um banquinho e um violão – numa terça-feira! Eu não esperava. Que surpresa boa, que ótimo repertório e voz maravilhosa. Gostamos particularmente da seleção de blues que o artista tocou.

Durante a pausa, meu amigo foi lá conversar com o cara. Para minha surpresa, ele volta segurando dois CDs e me deu um de presente. Fiquei tão contente.

O músico, Boyan Hristov, veio até nossa mesa conversar um pouco. Gente finíssima, muito simpático. Nos contou um pouco da sua vida, que tinha acabado de passar meses viajando num navio cruzeiro pela América do Sul – trabalhando, tocando para os viajantes.

Pena que tive que ir embora antes do show acabar. Mesmo assim fiquei muito contente de ter tido essa oportunidade.

Aqui na Internet consegui encontrar alguns vídeos. E aqui vai uma demonstração do talento do rapaz. Espero que gostem.

 

Novo hobbie

Estava eu à procura de inspiração para um novo hobby para praticar em 2018, porque quero parar de passar tanto tempo checando Facebook, e quero dar uma pausa nessas viagens para dançar forró e kizomba. Sério, minha conta bancária precisa de uma trégua.

Coloquei no Google: novos hobbies para ano novo
Dois sites no topo dos resultados. Um dizia 7 ideias de hobbies, o outro, 12.

Fui primeiro nas 7 ideias. Que decepção. Era tudo: tricô, crochê, bordado, pintura, costura. Peloamordedeus. Me perdoe quem curte essas coisas manuais, mas eu detesto tudo isso. Não tenho paciência nem pra fazer um remendo ou colocar um botão. Mas eu deveria ter adivinhado. O site se chama Martha Stewart. Esses sites assim são como aquelas revistas femininas que eu também detesto (desde adolescente isso, eita personalidade forte, ou então há algo de errado comigo!)

O outro site, no entanto, apesar de citar tricotar, bordar e crochê como sugestões, foi bem mais interessante e chamou mais minha atenção, pois além de indicar atividades que me interessam, indicava também livros sobre essas atividades com títulos bem-humorados. Atividades que me chamaram a atenção:

  • meditação
  • yoga
  • se aventurar 
  • aprender a cozinhar pratos sofisticados
  • aprender a fazer coquetéis sofisticados 

São boas idéias. Achei que faltou no entanto a sugestão de virar halterofilista, bodybuilder, que é o que tem passado pela minha cabeça. 

Brincadeira, mas tenho pensado seriamente em entrar em boa forma física. Ando muito fracote. Mas vamos ver o que eu vou inventar nesse ano que vai começar…

Qualquer coisa que me ajude a parar de ficar caçando forró, serve.

Tanja

Acabei de almoçar com uma dinamarquesa que morou mais de dez anos em Porto Alegre. Honestamente, ela fala português melhor do que eu. 

Na hora da sobremesa, eu disse que ia pegar uma mimosa; ela disse que ia pegar uma bergamota. 

Ela não conhecia mimosa. Eu não conhecia bergamota. Mas estávamos falando da mesma fruta: tangerina.

Eu sei que em diferentes partes do Brasil a gente dá nomes diferentes às coisas, mas Porto Alegre e Curitiba ficam relativamente próximas, então achei interessante que havia tal diferença no nome.

Uma pesquisa rápida, e a gente encontra ainda mais opções de nomes para a tangerina: mexerica, poncã / ponkan, laranja-cravo, tanja (no Piauí e Maranhão).

Adoro essas histórias!  

Natal

Festas de fim de ano… Nessas horas é que a gente vê o quanto somos queridos e como estamos cercados de bons amigos e pessoas maravilhosas.

Esse é o primeiro Natal que passo “sozinha” e perdi a conta de quantas pessoas me convidaram para passar as festas com elas e queriam se certificar de que eu estaria bem.

Fiquei muito feliz.

Meu Natal está sendo muito tranquilo. Vim visitar Carsten. Estamos comendo horrores. Compramos muita comida.

Entre uma refeição e outra, dá-lhe filme e séries de Netflix. Lucifer, Troll Hunters, Back to the Future…

Está sendo bom. Eu estava precisando descansar. E também foi bom vir e conversar sobre a casa que estamos tentando vender. A casa do vizinho vendeu em três meses e a nossa está à venda há quase 9 meses e nada. Estranho. Bom, veremos o que o ano novo nos reserva.

Boas festas

Fim de ano, fim de Cris.dk

Eu resolvi que vou desativar o site Cris.dk. Durante mais de 10 anos eu me diverti bastante escrevendo nele, aprendendo sobre web design, css, java, html, e um monte de outras coisinhas.

Com as mudanças na minha vida, percebi que manter o site não é mais uma prioridade e nem tenho vontade de fazê-lo. A maioria das informações lá se tornaram redundantes. Então vou desativá-lo mas a princípio manter o domínio cris.dk para o blog. Obviamente manterei um backup do site, caso algum dia eu volte a me interessar por ter um website.

Esse blog eu manterei ativo por algum tempo até que eu decida melhor. Vou fazer uma coisa de cada vez para não ser muito drástica.

O endereço do blog continuará o mesmo. Mas no futuro poderá ser acessado simplesmente escrevendo cris.dk

Boas festas para todos e boas entradas em 2018!

Inventando moda

Quem mora sozinho conhece aqueles dias em que se está gripado, não se tem nada na geladeira, uma preguiça enorme de sair de casa para ir ao mercadinho (mesmo porque tem um monte de neve lá fora!)… Quando a fome aperta, sabe o que a gente faz nesse dias? A gente inventa moda!

Um pãozinho agora ia bem.. não tenho. Pensei, vou então fazer uma tapioca, mas não tenho nem mistura, nem polvilho. Aí pensei: se polvilho é fécula de mandioca, será que dá pra fazer uma “tapioca” com fécula de batata?

Olha, não ficou ruim, não! rsrsrs

Baião

A caminho do festival de forró Baião in Lisboa.

Já começou bem. No avião, o atendente pergunta o que quero beber com o jantar e eu digo que gostaria de provar o vinho branco deles da região do Douro. E um pouco d’água.

Digo que quero aproveitar a ocasião e provar um vinho da região.

No que ele responde: “Não quer provar o tinto também? Eu gosto mais do tinto.”

Dizendo assim com tanta simpatia, quem resiste. Vamos provar o tinto também!

Eu, e três copos na minha frente. Nem tem espaço pra tudo isso na mesinha desses aviões.

Coincidências

Fim de semana passado fui para Friburgo na Alemanha para um festival de forró. Achei a cidade muito bonitinha e dessa vez até tirei algumas fotos e vou publicá-las no próximo post. A história de hoje será sobre as muitas coincidências que aconteceram durante a viagem.

Entrei no avião pela porta traseira, e para minha surpresa, o meu assento era o primeiro no qual bati o olho.

Eu estava com uma fome de leão, e como estava na última fileira, achava que seria a primeira a ser servida, porém quando o atendimento foi iniciado, os comissários levaram o carrinho lá para o meião, ou seja, eu seria uma das últimas a ser atendida.

Quando finalmente chegaram na minha fila, atenderam a moça ao meu lado e me esqueceram. Estavam a caminho do meião novamente, quando a menina do meu lado disse: ei, ela aqui também quer fazer um pedido (e quase que eu não consigo pedir o meu mini-calzone, porque o avião iria pousar em 20 minutos e demora 15 minutos para aquecer o negócio).

Achei bem legal da parte da moça me ajudar, pois eu já tinha desistido.

Lá em Friburgo, fazendo um passeio pela cidade, encontrei uns forrozeiros espanhóis conhecidos. Passaram na minha frente, olhando para uma vitrine de doces. Eu cheguei a dizer Hola, mas eles nem escutaram. Também, nós estávamos todos empacotados dos pés à cabeça, pois estava fazendo oito graus abaixo de zero.

Deixei por isso mesmo.

Mais tarde na festa, eu tinha chegado mais cedo e estava me preparando, quando os mesmos espanhóis chegam para bater papo, e descobrimos que tínhamos acabado de comprar sanduíches para o jantar na mesma lojinha e que não nos encontramos por questão de segundos. Provavelmente eu até passei por eles no meio da rua e não reconheci, já que eu estava tão atordoada com o frio, que não via nada.

Dancei horrores e no dia seguinte resolvi pegar o ônibus de volta para o aeroporto com quase 4 horas de antecedência, para evitar estresse caso caísse neve e tivesse trânsito. Enquanto sento no ponto e aguardo, quem chega? Quem, quem, quem? Exatamente, os mesmos espanhóis. Iam pegar o mesmo ônibus, e o vôo deles era no mesmo horário do meu. Tivemos todos a mesma idéia de ir mais cedo.

Fomos então jogando conversa fora. Logo eu, que gosto de ficar em silêncio, mas foi bom praticar um pouco o meu portunhol.

Quando finalmente é hora de voltar para casa, estou já sentadinha no meu assento no avião, e chega a menina que vai se sentar ao meu lado. Ela olha pra mim e começa a rir. Sabe quem é? Acredite ou não, a mesma menina que se sentou ao meu lado na ida para Friburgo!!! A mesmíssima pessoa e sentada novamente ao meu lado! Olha que coincidência louca.

Aí não tem jeito, tem que puxar conversa. Conversa vai, conversa vem, descubro que ela mora na Dinamarca há 9 anos, mas ela é originalmente da Suíça. Eu aproveito e comento que eu sempre vou pra Suíça, pois tenho amigos em Biel. E aí vem a coincidência final. Adivinha de que cidade suíça ela é? Exatamente!

Ô mundo pequeno esse!

 

Projeto 333

Na tentativa de simplificar a minha vida, estive lendo alguma coisa sobre minimalismo, a arte de viver com pouco. Claro que não vou aderir assim, de uma hora para outra, a um estilo de vida tão drástico, mas achei que algumas técnicas ajudariam a eliminar certas coisas que estressam e fazem tanto a mente quanto a alma ficarem carregadas, ou melhor, sobrecarregadas.

Uma das coisas que mais me chamou atenção é um negócio chamado Projeto 333. Que é ter um guarda-roupas de 33 peças para usar por 3 meses. Cada coisa conta, inclusive sapato, bolsa, chapéu, jóias, relógio, óculos de sol. Não conta roupa íntima, pijamas, roupa de ginástica.

Tive a impressão que a maioria das pessoas que tentam colocar em prática o Projeto 333 são motivadas pela desorganização e bagunca no guarda-roupas, e a dificuldade de tomar uma decisão do que vestir, em meio a tantas opções. O projeto tem como objetivo simplificar. Não quer dizer que é para jogar tudo fora. No momento de fazer a seleção de peças, tem-se, no entanto, uma boa oportunidade de ver o que não serve mais, o que pode ser doado, o que precisa ser remendado, e por aí vai. E o resto coloca-se em caixas e armazena-se fora de vista. A idéia é fazer a mente relaxar.

Estou pensando seriamente em começar ou hoje ou no início da semana que vem (estarei viajando nos dois finais de semana, ou teria usado eles para fazer isso).

Ontem dei uma olhada por cima do que tenho no guarda-roupas. Coisas que eu adoro, mas que nem lembrava mais que tinha. E já percebi que 33 peças para 3 meses de inverno dinamarquês não são suficientes, já que eu uso cinco camadas de blusas por dia. Se eu só tiver 33 peças, terei que lavar roupas com muita frenquencia, e a ideia do projeto é simplificar, mas sem causar frustração.

Acho que 33 peças em meia-estação ou verão são mais que suficientes, mas no inverno preciso de mais. Vou começar com 50 peças e ver como funciona.

Relato mais tarde.

Para quem nunca ouviu falar do Projeto 333, eu achei um artigo em português, mas confesso que não o li. Normalmente leio em inglês.

https://reviewslowliving.com.br/2014/04/01/minimalize-seu-closet-com-o-projeto-333-o-simples-e-o-novo-preto/

Viagens

Acabei de voltar do festival de forró de Amsterdam. Ano passado tinha sido o melhor festival pra mim. Esse ano Amsterdam foi muito bom, mas não foi o melhor festival. Munique, em termos de organização, locais de festas, bandas, continua sendo o melhor que eu fui. Em termos de boas danças, diria que Amsterdam e Munique estão lado a lado. Muita gente que dança bem, dancei horrores em ambos festivais.

Agora estou aqui fazendo planos para os próximos festivais. Ano passado fui em tantos, e eu sei que em alguns não quero voltar tão cedo: Colônia, Aachen, Berlim, Barcelona, Londres, Basel, Paris; esses festivais estão fora da minha lista no momento. Não digo que nunca mais voltarei neles, mas há outros que eu gostaria de provar, como Bruxelas, Valência, Nice, Lille, Roma, São Petersburgo, Fuseta, Zurique, Weggis, Porto, Dublin, Praga… (é viagem que não acaba mais.)

Mas vamos às viagens desse ano.

Meus planos eram de viajar bem menos, mas pelo visto, está difícil pisar no breque. Eu também tinha dito que iria menos pra Alemanha, e também não estou cumprindo essa promessa.

A única promessa que cumpri foi de ir ao Brasil para dançar forró no meu país e comemorar meu niver num festival de forró brasileiro.

Viagens 2017

  1. Ilha da Madeira, Portugal – Ano Novo
  2. Berlin, Alemanha – Janeiro – Festival de forró Psiu!
  3. Munique, Alemanha – Fevereiro – aniversário de um amigo forrozeiro
  4. Gotemburgo, Fevereiro – Festival de kizomba
  5. Londres, Março – Festival de Forró London
  6. Basel, Suíça – Março – Festival de Forró
  7. Amsterdam, Holanda – Março – encontrar minha amiga do Acre que veio pra Europa
  8. Oslo, Noruega – Abril – Festival de kizomba
  9. Barcelona, Espanha – Abril – encontrar meu amigo forrozeiro para dançar lindyhop
  10. Stavanger, Noruega – Maio – Festival de kizomba
  11. Munique, Alemanha – Maio – Festival Munique dança forró (o melhor festival de todos!)
  12. Berlim, Alemanha – Junho – Festival Tome Forró
  13. Itaúnas, ES, Brasil – Julho – Festival de Forró Fenfit
  14. Caraíva, BA, Brasil – Julho – Eventos de forró e natureza!
  15. Amsterdam, Holanda – Setembro – Festival de forró
  16. Belo Horizonte, MG, Brasil – Outubro – Festival de forró Rootstock
  17. Rio de Janeiro, RJ, Brasil – Outubro – forrozinho no clube democráticos e voo de asa delta
  18. Freiburg, Alemanha – Dezembro – Festival de forró
  19. Lisboa, Portugal – festival o Baião em Lisboa.
  20. Hamburgo, Alemanha – forró de São Silvestre, na virada do ano.

20 viagens. Bem menos que ano passado, mas meu ideal ainda é diminuir para menos de 10. Vamos ver como será ano que vem. Se bem que eu já tenho três viagens programadas para 2018! Eu não tomo jeito, rsrs.

Salsera

Eu não contei essa pra vocês ainda, mas semana passada, na quarta-feira, eu me reuni com os latinos aqui da minha empresa para um almoço e no retorno para o escritório, um jovem espanhol me perguntou se eu queria fazer aulas de salsa com ele, mas eu tinha que responder praticamente na bucha porque as aulas começavam já naquela noite!

Perguntei então se era salsa cubana, porque eu não sou muito fã de salsa americana (cross body), e também perguntei se seria iniciantes (que eu não queria, pois não tenho muita paciência pra dançar com uns caras duros que demoram séculos para aprender um passo básico). Ele me assegurou que era aula de intermediários.

Quando eu vi que o endereço do local não era muito longe, pensei comigo mesmo, por que não? Eu não gosto muito de salsa, mas aprender uns passos não faria mal e não estava caro. Além do mais, eu estou precisando conhecer gente nova.

Cheguei lá, a aula é dentro do prédio da piscina local. Aqui tem esses clubes de piscina da prefeitura, e esse é até bem chique, tem spa, massagem, saunas, banho turco, e um monte de coisas. 

Na aula somos somente 3 pares, mas esse povo “intermediário” não sabe nem distinguir a perna direita da esquerda. Peloamordedeus. Mesmo assim está sendo bom aprender uns passos, rir um pouco, sair de casa. 

E eu que nunca pensei que dançaria salsa, pois eu não tenho saco para esse tipo de música. Agora, uma bachata, kizomba, lindyhop, blues… essas outras danças eu gosto e adoro a música!

Falando em swing lindyhop, hoje de noite tem uma festa lá na escola onde eu fiz umas poucas aulas particulares, só para aprender uns passos, e eu vou, e ainda por cima vou ser voluntária na portaria por uma hora, cobrando as entradas, para entrar de graça e ganhar um drink! hahaha

Pescador

Escolhi esse título e imediatamente me lembrei de duas músicas de forró que se chamam Pescador e que são muito boas. Mas a história de hj não tem nada a ver com forró.

Estou revendo as postagens antigas e limpando um pouco, especialmente aquelas que tem link par algum vídeo de YouTube que não existe mais, até que achei a história de dezembro de 2012, falando dos pescadores que pescam usando aves.

História de pescador

Eu nem me lembrava que tinha postado isso, mas agora entendo porque eu reconheci essa atividade num dos quadros que tenho aqui em casa.

Curiosamente, o quadro que tenho sobre o piano é do nascer do sol, as montanhas, o rio, e bem pequenino no meio tem um barquinho de pescador, e outro dia eu estava olhando essa foto com mais calma, e reparei que sobre o barquinho tinha as aves junto com o pescador. Imediatamente eu reconheci a prática de pesca, mas somente porque eu tinha publicado no blog. Viu, tia Cris trazendo mais informação para vocês, kkkk

Uma Limpa

Chegou a hora de fazer uma limpa geral no blog. Uns tempos atrás, quando o blog estava quase abandonado às moscas, eu achei até que ia chutar o pau da barraca, e deletar tudo, mas aparentemente eu estou de volta à ativa, com várias histórias.

No entanto para liberar espaço para novas fotos e histórias, preciso começar a limpar as histórias antigas. Esse processo também será bom caso algum dia o Carsten não possa mais ser o host do meu website e eu tenha que achar uma empresa de webhost e tenha o que pagar. Normalmente o preço varia de acordo com o tamanho do site, e eu tenho gigas demais com as fotos todas, não só no blog, mas em Cris.dk também.

Sei que tem leitores aqui que me acompanham desde a primeiríssima postagem, por isso estou avisando. Mas meu primeiro passo será deletar aquelas postagens com mensagens sem muita importância. As histórias mais elaboradas vou manter.

Se acaso tiver algum post pelo qual vc tem um carinho todo especial, me avise. Já pensou se eu deleto justamente esse?

Meus posts preferidos são os das histórias, como o do dia que o fogão novo foi entregue na minha casa antiga, e teve que ser trocado três vezes. Kkkk

E vc, lembra de algum post especial?

Lembranças

Tive um sonho essa noite que me fez pensar.

Sonhei que era o dia do aniversário da minha mãe, eu tinha passado o dia todo com ela, mas me esquecido de dar parabéns porque não lembrava da data.

Fiquei pensando em como, apenas 20 anos atrás, eu me lembrava de todos os aniversários da família e de amigos, dos números de telefones todos, dos endereços, nos nomes dos meus médicos e de muitas outras coisas.

Hoje em dia não me lembro nem do meu próprio número de telefone. É Sério. Toda vez que tenho que lembrar o número do meu telefone do trabalho, eu tenho que olhar minhas anotações.

Se perguntarem o nome do meu médico, não sei. Nem do dentista.

Essa coisa de colocar no Outlook ou no celular todos os lembretes de aniversário, endereços, telefones, nomes, faz com que a vida da gente fique mais fácil, mas um dia o tiro pode sair pela culatra quando a tecnologia não estiver ali à mão.

Se acontecer um acidente comigo, eu não sei nem o número do Carsten de cor, nem de nenhuma amiga. Endereço, não sei nem o da minha família. Com dificuldade lembro o nome da cidade onde moram, mas endereço, nenhum. Lembro sim, do meu endereço de infância, Avenida Coronel José Lobo. Lembro até que em meados dos anos 80, o número era 122, depois mudou para 130. Lembro do número de telefone, na época que os números de Paranaguá começavam com 422. Engraçado isso.

Tenho até tido dificuldade de lembrar de nomes. Um rosto eu não esqueço, mas nome…aí lascou. 

Aniversariantes

Mês de agosto e curiosamente os meus dois leitores fiéis fazem aniversário nesse mês. Eu não me esqueci do seu aniversário, não. Meu email é que está me dando dor de cabeça. Mas espero que você tenha tido um dia maravilhoso, daqueles com bolo de chocolate, brigadeiro, coxinha, empadinha e outras delícias que só os aniversários brasileiros oferecem. Só não vale soprar velinha sobre o bolo e contaminar tudo com saliva e bactéria. Não sei quem inventou essa moda louca e que ainda não foi extinguida.

Eu sei que há outros leitores no blog, que lêem tudo sorrateiramente, outros aparecem de vez em quando para matar a saudade, e uma vez ou outra deixam um comentário aqui mesmo no blog ou mandam via Whatsapp ou por Facebook (ou pessoalmente, como já me aconteceu). Gente, honestamente, eu não sei como vocês ainda aguentam ler esse blog, as mesas histórias, férias e mais férias, drama fritando uma tapioca, forró… haja paciência. Risos

Àqueles que permaneceram comigo todos esses anos, meu muito obrigada.