Smoothie blender

Comprei um liquidificador especial só pra fazer vitaminas, milkshakes e smoothie.

Antes eu achava uma bobagem isso, já que dá pra usar o liquidificador comum pra essas coisas, mas agora que eu experimentei o novo equipamento, digo que é muito melhor usar o específico.

Percebi a diferença já no primeiro dia. Milkshake de mirtilo (blueberry) congelada com leite e açúcar ou mel.

Fazendo no liquidificador comum, é difícil liquidificar completamente a fruta congelada e sempre ficam uns pedaços grandes, mesmo deixando bater por um tempo.

No troço pra fazer smoothie, em 30 segundos está pronto e perfeito. Fiquei impressionada.

Valeu a compra.

Tempo

Acho que esse ano tô sem sorte nas viagens. Só estou pegando tempo feio, frio ou temporal. Ninguém merece.

Hamburgo no ano novo estava muito frio e chuva.

Berlim em janeiro estava do mesmo jeito.

Londres no início de março estava uma nevasca que os voos chegaram todos atrasados ou foram cancelados.

Praga no final de março estava chovendo.

Depois de tanta falta de sorte, a expectativa pra próxima viragem é grande, porém já sei que estou embarcando pra uma temporada de chuva, enquanto na Dinamarca, onde raramente faz sol, o tempo estará melhor do que no Brasil!

E assim será depois de amanhã, quando embarco para dez dias de chuva e dez graus de temperatura em Portugal e Irlanda, e a previsão em Copenhague é de muito sol e calor. Fala sério.

Ainda pra deixar tudo mais picante, hoje de noite será decidido se a Dinamarca vai entrar na pior greve da história, onde vão fechar o país. Ou seja, se a greve começar domingo dia 22 de abril, como programado, talvez eu não possa voltar pra casa. Só quero ver no que vai dar.

Novo Look

Quem tem cabelo cacheado ou crespo entende bem o que eu vou falar. Sempre que a gente vai ao cabeleireiro, a gente sai de lá ridícula. Quem tem cabelo liso, vai ao salão e sai magnífica. Cabelo crespo, gasta horrores, tanto de dinheiro quanto de tempo, e sai de lá parecendo um cão poodle. Para tentar salvar o dia, chega-se em casa correndo, e lava-se o cabelo para tirar o efeito indesejado causado pelo cabeleireiro. Fala sério.

Acho que quando morava no Brasil, eu só saia do salão satisfeita se tivesse matado meus cachos (feito escova simples – naquela época não existia essas coisas de marroquina, keratina, progressiva e deus sabe lá o que mais inventaram).

Eu nunca alisei meu cabelo. A verdade é que sempre gostei dos meus cachos, apesar de passar por muito bullying. O povo não pode ver você feliz, tem que tentar te colocar pra baixo, e acabar com sua autoestima.

Nesses 40 anos de praia, somente duas vezes eu saí do cabeleireiro feliz, com um bom corte. A primeira vez foi no dia 30 de abril de 2012. Fiquei tão contente que até postei as fotos aqui no Blog (por isso eu lembro a data! rsrsrs).

Mas aquele cabeleireiro, que era brasileiro – mas só falava espanhol pq tinha vivido muitos anos na Espanha – eu nunca mais encontrei. Ele sumiu. Parece que ficou na Dinamarca somente por alguns meses.

Mas finalmente encontrei outro. Eu estava numa festa de aniversário e fui apresentada para uma moça que vem do Kuwait. Cabelo cacheado dela, parecia o meu, mas um corte bem bacana. Resolvi perguntar quem era o cabeleireiro, e ela me passou o nome Clauds.

Faz um ano isso… mas o preço dele, nossa senhora. Então fiquei enrolando, enrolando. Fui ao Brasil, cortei o cabelo lá, mas não ficou grandes coisas (como sempre)… até que tomei vergonha na cara e paguei as 500 coroas (normalmente, mão de vaca como eu sou, pago entre 100 e 350 e com dor no coração!!). Olha, valeu demais a pena pagar os olhos da cara. O rapaz decepou meu cabelo. Acho que 70% da minha juba ficou no chão do salão, mas ficou muito prático e muito bom. Que diferença pagar um profissional

especializado.

Clauds…pelo nome, achei que ele era francês. Mas olha que mundo pequeno, ele nasceu em Curitiba! Mas cresceu em Barcelona, Espanha. Só sabia falar espanhol. rsrsrs.

Aparentemente para cortar bem o meu cabelo é preciso ser brasileiro e ter crescido na Espanha. Rs

 

Ano novo

No dia 16 de fevereiro começa o ano novo chinês… 2018 será o ano do cão.
Nas ruas haverá muita gente vestida de vermelho, que é tradição. Pode parecer estranho para nós. Pense que também há muita gente que também acha estranho que no Brasil é tradição vestir-se de branco para o ano novo. Aqui na Dinamarca, o povo veste preto. Cada doido com sua mania, não é mesmo?

Todo início de ano novo chinês, eu gosto de ler as previsões do horóscopo para o meu signo. No horóscopo chinês há 12 signos, um por ano. O meu é serpente.

Segundo a previsão, o ano do cão será um bom ano pra mim. Demorou!!

FFF

Tenho me deparado com gente que acha que porque chegou aos 40 anos a vida acabou. Peloamordedeus!

Conheço tanta gente acima de 60 anos que têm mais energia que eu, que curtem mais a vida, divertem-se, fazem muitas atividades e viagens, e se sentem bem dispostos. Idade é somente um número. O importante é a atitude, como a gente se vê.

Tem uma expressão dinamarquêsa que é FFF (fyrre, fed, færdig) e quer dizer: quarentão, gordo e acabado.

Isso não anima ninguém. Fala sério.

Prefiro o FFF inglês que encontrei hoje. Forty, Fit, Fabulous: quarentona, em forma, maravilhosa!!!!

Sagu

Fiz sagu para matar a saudade. Achei numa loja de produtos tailandeses “tapioca pearls”, em tamanhos diversos. Comprei as menores, pois pareciam mais com sagu que se compra no sul do Brasil.

Sul do Brasil… Eu nem sabia que sagu era sobremesa mais típica do sul. Como é feito de tapioca, achei que fosse do país todo, mas minhas amigas de Minas e da Bahia não conheciam.

Achar sagu no exterior foi a vitória número um. Encontrar o vinho certo, esse ainda estou pra encontrar, mas acho que o de hoje foi uma melhor escolha que o da última vez.

Acho que no Brasil a gente compra daqueles vinhos de mesa horríveis, tipo Sangue de Boi, e vai esse mesmo. O problema é que aqui na Dinamarca não vende vinho de uvas menos nobres. Então achar um vinho vagabundo se torna uma tarefa difícil.

Ano passado comprei um Merlot, achando que uma uva mais suave e com menos teor de taninos seria vantajoso para essa sobremesa, mas me enganei. Tem que ser mais forte. Mas não tão forte como um Carbenet Sauvignon.

Dessa vez escolhi um vinho francês da Cote du Rhone. Lá normalmente eles fazem vinho com uvas tipo Syrah ou grenache, que eu acho que são mais fortes no sabor e taninos.

Olha, dessa vez o sagu não ficou ruim, não. Aliás, ficou um perigo. Já comi metade da panelada!

Blues

Um amigo meu, forrozeiro de Hamburgo (Alemanha), está passando uma temporada trabalhando na Dinamarca e fomos nós dois pro centro de Copenhague tomar uns drinks.

Eu queria ir ao meu bar predileto, mas estava um frio, mas um frio de matar. Para escapar do vento, acabamos entrando no primeiro bar que vimos.

Não havia muitas opções de coquetéis, mas tudo bem. Uma piña colada quebra um galho.

E conversa vai, conversa vem, de repente começa show com música ao vivo – um banquinho e um violão – numa terça-feira! Eu não esperava. Que surpresa boa, que ótimo repertório e voz maravilhosa. Gostamos particularmente da seleção de blues que o artista tocou.

Durante a pausa, meu amigo foi lá conversar com o cara. Para minha surpresa, ele volta segurando dois CDs e me deu um de presente. Fiquei tão contente.

O músico, Boyan Hristov, veio até nossa mesa conversar um pouco. Gente finíssima, muito simpático. Nos contou um pouco da sua vida, que tinha acabado de passar meses viajando num navio cruzeiro pela América do Sul – trabalhando, tocando para os viajantes.

Pena que tive que ir embora antes do show acabar. Mesmo assim fiquei muito contente de ter tido essa oportunidade.

Aqui na Internet consegui encontrar alguns vídeos. E aqui vai uma demonstração do talento do rapaz. Espero que gostem.

 

Novo hobbie

Estava eu à procura de inspiração para um novo hobby para praticar em 2018, porque quero parar de passar tanto tempo checando Facebook, e quero dar uma pausa nessas viagens para dançar forró e kizomba. Sério, minha conta bancária precisa de uma trégua.

Coloquei no Google: novos hobbies para ano novo
Dois sites no topo dos resultados. Um dizia 7 ideias de hobbies, o outro, 12.

Fui primeiro nas 7 ideias. Que decepção. Era tudo: tricô, crochê, bordado, pintura, costura. Peloamordedeus. Me perdoe quem curte essas coisas manuais, mas eu detesto tudo isso. Não tenho paciência nem pra fazer um remendo ou colocar um botão. Mas eu deveria ter adivinhado. O site se chama Martha Stewart. Esses sites assim são como aquelas revistas femininas que eu também detesto (desde adolescente isso, eita personalidade forte, ou então há algo de errado comigo!)

O outro site, no entanto, apesar de citar tricotar, bordar e crochê como sugestões, foi bem mais interessante e chamou mais minha atenção, pois além de indicar atividades que me interessam, indicava também livros sobre essas atividades com títulos bem-humorados. Atividades que me chamaram a atenção:

  • meditação
  • yoga
  • se aventurar 
  • aprender a cozinhar pratos sofisticados
  • aprender a fazer coquetéis sofisticados 

São boas idéias. Achei que faltou no entanto a sugestão de virar halterofilista, bodybuilder, que é o que tem passado pela minha cabeça. 

Brincadeira, mas tenho pensado seriamente em entrar em boa forma física. Ando muito fracote. Mas vamos ver o que eu vou inventar nesse ano que vai começar…

Qualquer coisa que me ajude a parar de ficar caçando forró, serve.

Tanja

Acabei de almoçar com uma dinamarquesa que morou mais de dez anos em Porto Alegre. Honestamente, ela fala português melhor do que eu. 

Na hora da sobremesa, eu disse que ia pegar uma mimosa; ela disse que ia pegar uma bergamota. 

Ela não conhecia mimosa. Eu não conhecia bergamota. Mas estávamos falando da mesma fruta: tangerina.

Eu sei que em diferentes partes do Brasil a gente dá nomes diferentes às coisas, mas Porto Alegre e Curitiba ficam relativamente próximas, então achei interessante que havia tal diferença no nome.

Uma pesquisa rápida, e a gente encontra ainda mais opções de nomes para a tangerina: mexerica, poncã / ponkan, laranja-cravo, tanja (no Piauí e Maranhão).

Adoro essas histórias!  

Natal

Festas de fim de ano… Nessas horas é que a gente vê o quanto somos queridos e como estamos cercados de bons amigos e pessoas maravilhosas.

Esse é o primeiro Natal que passo “sozinha” e perdi a conta de quantas pessoas me convidaram para passar as festas com elas e queriam se certificar de que eu estaria bem.

Fiquei muito feliz.

Meu Natal está sendo muito tranquilo. Vim visitar Carsten. Estamos comendo horrores. Compramos muita comida.

Entre uma refeição e outra, dá-lhe filme e séries de Netflix. Lucifer, Troll Hunters, Back to the Future…

Está sendo bom. Eu estava precisando descansar. E também foi bom vir e conversar sobre a casa que estamos tentando vender. A casa do vizinho vendeu em três meses e a nossa está à venda há quase 9 meses e nada. Estranho. Bom, veremos o que o ano novo nos reserva.

Boas festas

Fim de ano, fim de Cris.dk

Eu resolvi que vou desativar o site Cris.dk. Durante mais de 10 anos eu me diverti bastante escrevendo nele, aprendendo sobre web design, css, java, html, e um monte de outras coisinhas.

Com as mudanças na minha vida, percebi que manter o site não é mais uma prioridade e nem tenho vontade de fazê-lo. A maioria das informações lá se tornaram redundantes. Então vou desativá-lo mas a princípio manter o domínio cris.dk para o blog. Obviamente manterei um backup do site, caso algum dia eu volte a me interessar por ter um website.

Esse blog eu manterei ativo por algum tempo até que eu decida melhor. Vou fazer uma coisa de cada vez para não ser muito drástica.

O endereço do blog continuará o mesmo. Mas no futuro poderá ser acessado simplesmente escrevendo cris.dk

Boas festas para todos e boas entradas em 2018!

Inventando moda

Quem mora sozinho conhece aqueles dias em que se está gripado, não se tem nada na geladeira, uma preguiça enorme de sair de casa para ir ao mercadinho (mesmo porque tem um monte de neve lá fora!)… Quando a fome aperta, sabe o que a gente faz nesse dias? A gente inventa moda!

Um pãozinho agora ia bem.. não tenho. Pensei, vou então fazer uma tapioca, mas não tenho nem mistura, nem polvilho. Aí pensei: se polvilho é fécula de mandioca, será que dá pra fazer uma “tapioca” com fécula de batata?

Olha, não ficou ruim, não! rsrsrs

Baião

A caminho do festival de forró Baião in Lisboa.

Já começou bem. No avião, o atendente pergunta o que quero beber com o jantar e eu digo que gostaria de provar o vinho branco deles da região do Douro. E um pouco d’água.

Digo que quero aproveitar a ocasião e provar um vinho da região.

No que ele responde: “Não quer provar o tinto também? Eu gosto mais do tinto.”

Dizendo assim com tanta simpatia, quem resiste. Vamos provar o tinto também!

Eu, e três copos na minha frente. Nem tem espaço pra tudo isso na mesinha desses aviões.

Coincidências

Fim de semana passado fui para Friburgo na Alemanha para um festival de forró. Achei a cidade muito bonitinha e dessa vez até tirei algumas fotos e vou publicá-las no próximo post. A história de hoje será sobre as muitas coincidências que aconteceram durante a viagem.

Entrei no avião pela porta traseira, e para minha surpresa, o meu assento era o primeiro no qual bati o olho.

Eu estava com uma fome de leão, e como estava na última fileira, achava que seria a primeira a ser servida, porém quando o atendimento foi iniciado, os comissários levaram o carrinho lá para o meião, ou seja, eu seria uma das últimas a ser atendida.

Quando finalmente chegaram na minha fila, atenderam a moça ao meu lado e me esqueceram. Estavam a caminho do meião novamente, quando a menina do meu lado disse: ei, ela aqui também quer fazer um pedido (e quase que eu não consigo pedir o meu mini-calzone, porque o avião iria pousar em 20 minutos e demora 15 minutos para aquecer o negócio).

Achei bem legal da parte da moça me ajudar, pois eu já tinha desistido.

Lá em Friburgo, fazendo um passeio pela cidade, encontrei uns forrozeiros espanhóis conhecidos. Passaram na minha frente, olhando para uma vitrine de doces. Eu cheguei a dizer Hola, mas eles nem escutaram. Também, nós estávamos todos empacotados dos pés à cabeça, pois estava fazendo oito graus abaixo de zero.

Deixei por isso mesmo.

Mais tarde na festa, eu tinha chegado mais cedo e estava me preparando, quando os mesmos espanhóis chegam para bater papo, e descobrimos que tínhamos acabado de comprar sanduíches para o jantar na mesma lojinha e que não nos encontramos por questão de segundos. Provavelmente eu até passei por eles no meio da rua e não reconheci, já que eu estava tão atordoada com o frio, que não via nada.

Dancei horrores e no dia seguinte resolvi pegar o ônibus de volta para o aeroporto com quase 4 horas de antecedência, para evitar estresse caso caísse neve e tivesse trânsito. Enquanto sento no ponto e aguardo, quem chega? Quem, quem, quem? Exatamente, os mesmos espanhóis. Iam pegar o mesmo ônibus, e o vôo deles era no mesmo horário do meu. Tivemos todos a mesma idéia de ir mais cedo.

Fomos então jogando conversa fora. Logo eu, que gosto de ficar em silêncio, mas foi bom praticar um pouco o meu portunhol.

Quando finalmente é hora de voltar para casa, estou já sentadinha no meu assento no avião, e chega a menina que vai se sentar ao meu lado. Ela olha pra mim e começa a rir. Sabe quem é? Acredite ou não, a mesma menina que se sentou ao meu lado na ida para Friburgo!!! A mesmíssima pessoa e sentada novamente ao meu lado! Olha que coincidência louca.

Aí não tem jeito, tem que puxar conversa. Conversa vai, conversa vem, descubro que ela mora na Dinamarca há 9 anos, mas ela é originalmente da Suíça. Eu aproveito e comento que eu sempre vou pra Suíça, pois tenho amigos em Biel. E aí vem a coincidência final. Adivinha de que cidade suíça ela é? Exatamente!

Ô mundo pequeno esse!

 

Projeto 333

Na tentativa de simplificar a minha vida, estive lendo alguma coisa sobre minimalismo, a arte de viver com pouco. Claro que não vou aderir assim, de uma hora para outra, a um estilo de vida tão drástico, mas achei que algumas técnicas ajudariam a eliminar certas coisas que estressam e fazem tanto a mente quanto a alma ficarem carregadas, ou melhor, sobrecarregadas.

Uma das coisas que mais me chamou atenção é um negócio chamado Projeto 333. Que é ter um guarda-roupas de 33 peças para usar por 3 meses. Cada coisa conta, inclusive sapato, bolsa, chapéu, jóias, relógio, óculos de sol. Não conta roupa íntima, pijamas, roupa de ginástica.

Tive a impressão que a maioria das pessoas que tentam colocar em prática o Projeto 333 são motivadas pela desorganização e bagunca no guarda-roupas, e a dificuldade de tomar uma decisão do que vestir, em meio a tantas opções. O projeto tem como objetivo simplificar. Não quer dizer que é para jogar tudo fora. No momento de fazer a seleção de peças, tem-se, no entanto, uma boa oportunidade de ver o que não serve mais, o que pode ser doado, o que precisa ser remendado, e por aí vai. E o resto coloca-se em caixas e armazena-se fora de vista. A idéia é fazer a mente relaxar.

Estou pensando seriamente em começar ou hoje ou no início da semana que vem (estarei viajando nos dois finais de semana, ou teria usado eles para fazer isso).

Ontem dei uma olhada por cima do que tenho no guarda-roupas. Coisas que eu adoro, mas que nem lembrava mais que tinha. E já percebi que 33 peças para 3 meses de inverno dinamarquês não são suficientes, já que eu uso cinco camadas de blusas por dia. Se eu só tiver 33 peças, terei que lavar roupas com muita frenquencia, e a ideia do projeto é simplificar, mas sem causar frustração.

Acho que 33 peças em meia-estação ou verão são mais que suficientes, mas no inverno preciso de mais. Vou começar com 50 peças e ver como funciona.

Relato mais tarde.

Para quem nunca ouviu falar do Projeto 333, eu achei um artigo em português, mas confesso que não o li. Normalmente leio em inglês.

https://reviewslowliving.com.br/2014/04/01/minimalize-seu-closet-com-o-projeto-333-o-simples-e-o-novo-preto/