Vida de cão

Assistindo ao Grã-Bretanha tem talento, vi o vídeo de um cãozinho dançarino que acabou ganhando a competição.

Eu  A-DO-RO esses vídeos de cachorro dançando! Não é bonitinho?

 

Esse aqui é o meu favorito de todos os tempos

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12 Responses to Vida de cão

  1. Manoela diz:

    Os dois são lindos demais! E dançam mil vezes melhor que eu. rsrs

    Eu colocava o Bruno com as patas no meu ombro e dançava com ele! 😀

    E tem gente que não gosta desses bichinhos. Como pode?
    Muito fofos!!

    • Cris diz:

      Concordo, são fofos mesmo.
      Como pode ter gente que não gosta desses bichinhos? Não sei. Tem doido para tudo nesse mundo. Vai ver que gostam de gato.

      • Manoela diz:

        rs
        Coitado dos gatinhos. Mas eu também não gosto muito perto de mim, não… más recordações.

        • Cris diz:

          Sério? Fiquei curiosa.

          • Manoela diz:

            Quando eu era ainda uma criança inocente, e achava os gatos fofinhos… eu cuidei (dava carinho e alimento) p/ uma gata do vizinho do vizinho. Só que a gata estava grávida e eu não sabia. Quando os filhotes nasceram e avançou em mim. Mas eu nem cheguei perto dos filhotes, só percebi que tinha parido porque tinha um monte de gosma no chão. Eu fiquei muito triste. 🙁
            Eu sei que nenhum bicho quer que chegue perto dos filhotes, mas eu nem vi a cara dos bichinhos…

          • Cris diz:

            Caramba. Fiquei tão impressionada com a história que não vou nem conseguir dormir de noite.

            Brincadeiras à parte, eu tb tenho raiva de gato por causa de um incidente. Na lanchonete do vô, naquela época que a vigilância sanitária fazia vista grossa, sempre tinha gato na cozinha ou no depósito, que era para tomar conta dos ratos (ali, bem ao lado do terreno baldio da ferroviária, já viu).

            Uma das ninhadas, não sei como, um dos gatinhos subiu as escadas acima da câmara frigorífica. E eu escutando miau, miau, fui tentar ajudar. Ao chegar perto, o gatinho ficava com medo de mim e ia andando de costas e se enfiando mais e mais na direção do motor do refrigerador. Eu, prevendo o acidente, parei de me mexer, mas o infeliz do gatinho, não.

            Poucos segundos depois só se escutou um barulho de osso quebrando. Imagino que o gato foi estraçalhado. Depois disso nunca mais eu quis saber de gato e tinha a maior raiva de quando a gata vinha se esfregar nas minhas pernas enquanto eu estava almoçando – e eu almoçava sozinha na cozinha da lanchonete muito frequentemente. Coisas da minha infãncia.

  2. Manoela diz:

    O gatinho que foi trucidado e você que ficou com raiva dele?? rsrs

  3. Manoela diz:

    Não fique triste. Faça um outro gato feliz! 😀

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