Labuta

Hoje no trabalho tivemos uma daquelas atividades de grupo. Nos obrigaram a ir para um lugar no meio do nada. Quatro opções de workshops:
pescar
cozinhar na fogueira
depenar um pato e evicerar e limpar um cervo
caminhar na natureza e baixar o nível de estesse.

Tia Cris gosta de comer carne, mas não consigo me ver depenando ave, cortando a pele de um veado, nem dando pauladas na cabeça de um peixe. Sobraram duas opções.
Quem me conhece sabe que uma das coisas que eu mais detesto nessa via são a atividades na cozinha: preparar, cozinhar e lavar louça. Então, no final das contas sobrou somente uma opção.

Eu gostei de relaxar na natureza. Nos fizeram caminhar bem lentamente. Teve gente que reclamou um monte, mas eu achei ótimo. Imediatamente me lembrei de um livro de um budista que li uns anos atrás, que ensina que para prestar atenção aos detalhes, a gente deve caminhar bem lentamente.

De qualquer forma, eu estava contente que não precisei fazer comida. Porque acontece com bastante frequência que esse povo acha que é “legal” fazer comida junto. Aff, não aguento.

O único inconveniente foi que não serviram almoço pra gente. Foi um pãozinho as nove da manhã, dois petiscos à uma da tarde (que só fez abrir o apetite e deixar a gente com muita fome) e só terminaram de cozinhar às três da tarde. Nem preciso dizer que o estômago estava muito chateado com essa falta de comida. Rsrs

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