Céu de Outubro

Quando terminei de ler o livro sobre o Albert (artigo abaixo), eu cheguei a pesquisar o outro livro do autor. No livro do Albert ele mencionou que seu outro livro ficou tão famoso que Hollywood fez um filme baseado nele.

Mas depois pensei bem. Eu não gostei muito da maneira como esse autor escreve, então achei melhor não comprar outro livro dele. Mas confesso que fiquei curiosa para ver o filme.

E as semanas se passaram.

Tinha me esquecido completamente de tudo isso quando dei de cara com o filme num aplicativo da Disney. E o ator principal é um menino conhecido: Jake Gyllenhaal.

O filme é de 1999 e se chama Céu de Outubro (Rocket Boys em inglês).

Que filme. Que história. Que determinação. E que pai mais filho da p.

Já na metade do filme eu entendi aquele comentário do autor na capa de trás do livro do Albert. Realmente, o pai dele jovem na época do Albert era uma pessoa completamente diferente. Muito melhor do que o pai que só o diminuía, só reclamava e não via suas qualidades.

Não vou contar mais sobre o filme que é para não estragar.

Gostei do filme. Certamente o livro deve contar ainda mais detalhes mas esse livro não está na minha lista.

Meu próximo livro é sobre elefantes na África!

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Albert

Em Camboriú passei na frente de uma livraria e decidi comprar um livro pro meu pai.

Eu ando meio cansada de ficção então pedi sugestões de não ficção.

Havia vários títulos que achei interessantes e um deles resolvi comprar pra mim. Faz anos que não leio livros em português. Seria uma boa oportunidade, também para passar o tempo durante os dias de chuva da viagem.

O livro que me interessou é baseado numa história real. A casal tinha um jacaré chamado Albert e quando ele ficou grande demais decidiram levá-lo para a Flórida onde o soltariam.

Eu ri demais com o primeiro terço do livro. Uma história mais louca que a outra.

As histórias foram ficando cada vez mais doidas e eu tive que me forçar um pouco a ler o resto do livro, mas o final foi bom e foi bem emocionante.

O autor do livro é o filho do casal e no texto na capa de trás do livro ele disse que escrever essa história o ajudou a  conhecer um outro lado do seu pai.

Eu achei que, quando terminasse de ler o livro, eu entenderia o que ele quiz dizer com aquele comentário. Confesso que fiquei sem entender.

Mas o mundo da voltas e por um acaso ontem, enquanto eu estava no trem viajando entre Sevilha e Málaga, eu assisti a um filme que me ajudou a entender o livro que li durante minha estadia no Brasil. Conto no próximo artigo.

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Juba

Em Joinville encontrei minha irmã, e como cabelos cacheados é uma praga na família, perguntei se ela conhecia algum produto bom para domar a juba de leão da tia Cris.

Aproveitei para pesquisar isso no Brasil, pois na Europa é difícil achar produto para cabelo crespo. E o momento para essa pesquisa também foi apropriado. Parece que ter cabelo crespo ou cacheado agora está na moda no Brasil. Quando eu abro o Instagram aparece um monte de vídeo de dicas. Lembro de quando eu era nova, a moda era fazer escova lisa e esconder os pixacos.

Minha irmã indicou um produto que ainda não provei, mas acho será perfeito. Adorei o nome dele. Rsrs

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Valentina

Naquele dia em Camboriú onde os seguranças ficaram me perseguindo no shopping, eu acabei não comprando o vestido que eu tinha gostado.

Foi na loja Valentina. Eu nunca nem tinha ouvido dessa loja, mas aparentemente tem por todo canto.

Naquela loja eles só tinham o vestido que eu gostei na vitrine. Quando cheguei no provador, a atendente me deu um vestido diferente. A cor e a estampa eram muito parecidos e cheguei a ficar na dúvida, mas o modelo era diferente. O vestido que gostei tinha decote em V e o que ela me deu para provar era reto e não ficou bom.

Quando eu falei que não era o mesmo vestido, ela se fez de desentendida e tentou me convencer que era o mesmo vestido e isso me deixou com raiva. Ela poderia ter simplesmente tirado o vestido da vitrine e me dado para experimentar.

Saí da loja irritada e não comprei nada.

Dias depois chego em Joinville e enquanto faço um reconhecimento do shopping local, onde eu encontraria minha irmã mais tarde, dou de cara com a loja Valentina.

O vestido que gostei não estava na vitrine, mas olhei lá dentro onde um monte de vestidos estavam pendurados e imediatamente bati o olho no vestido que eu queria. Era o mesmo.

Provei, ficou ótimo. É vestido de verão e na Dinamarca agora é inverno. Então terei que aguardar uma ocasião apropriada para usar o vestido, que é daqueles bem longos, do jeito que eu gosto.

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Ruivo

No dia 6 de janeiro de 2024 e contei a história toda do ruivo da empresa onde eu trabalhava antes. Naquele dia eu encontrei ele por acaso no supermercado perto de casa.

No início desse ano eu o encontrei também, acho que foi em março. Eu tinha sido convidada para uma recepção para comemorar o jubileu de 25 anos de empresa da minha antiga chefe e ele estava lá na recepção.

Achei que ele me tratou com frieza naquele dia, mal me cumprimentou. Eu sou assim, quando conheço alguém abro um sorrisão e quero cumprimentar. Ele deve achar que eu fico me oferencendo. Não é nada disso. Por causa da frieza dele, perdi um pouco o encanto. Não lembro se cheguei a comentar isso no blog.

Aliás, eu perdi o encanto com várias coisas esse ano, uma delas é tentar voltar a trabalhar na antiga empresa. Tantas tentativas frustradas. A gente cansa.

Então nunca mais pensei na empresa nem no ruivo.

Hoje eu estava caçando um presentinho para uma amiga e na volta do trabalho fiz uma parada no supermercado perto de casa. Estava procurando um biscoitinho que só vende na época do natal. Vou dar de presente para uma amiga brasileira que vou encontrar nesse fim de semana. Dessa vez não entrei no mercado Netto, onde encontrei o ruivo em 2024. Dessa vez entrei no mercado do outro lado do shopping, que é um supermercado mais caro e tem uns produtos melhores.

Rodei o mercado todo e nada de achar o biscoitinho de canela. Já estava na fila do caixa quando resolvi dar mais uma rodada, para garantir. De repente, perto da geladeira dos queijos, vejo um ruivo. Gelei.

Novamente fiquei na dúvida se era ele. Cada vez mais está difícil reconhecer esse homem. Ele está bem mais magro do que eu lembro.

Meu cérebro ficou ali na dúvida se eu ia puxar papo ou não. Lembrei que ele nem me cumprimentou direito naquele dia do Jubileu da Mary. Eu deveria ter ignorado, mas não consegui. Fui lá puxar papo. Infelizmente a conversa é sempre a mesma. Onde você está trabalhando, tem tentado voltar a trabalhar na empresa, a Mary está se aposentando esse ano, feliz natal.

Mesmo tendo sido uma conversinha murcha, voltei pra casa radiante. E depois de falar com ele achei o biscoitinho de canela. Estava na minha cara, mas aparentemente os olhos só viam um ruivo.

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Criminosas

Voltamos no shopping, minha mãe e eu, para comer uma comidinha com tempero bem brasileiro e depois da refeição vimos a segurança do shopping que nos ajudou no dia anterior a achar esse restaurante de quilo do qual gostamos muito.

Fomos ali falar com ela, só para agradecer e aproveitei para perguntar se havia lavatório naquele andar. Ela apontou para o fim do corredor.

Usei o banheiro e assim que abri a porta para sair a segurança entrou no box que eu usei para vistoriar. Achei muito estranho. Minha mãe disse que a seguranças fez o mesmo no box que ela usou.

Me senti a maior criminosa. O que será que aquela mulher segurança pensou, que eu ia colocar uma bomba dentro do banheiro? Ou jogar drogas lá?

Eu ando de pochete e fico pensando se foi isso que fez eles ficarem intrigados com a minha aparência. Quando eu era mocinha eu ouvi certa vez de que mulher que anda de pochete é traficante de drogas.

Estávamos a caminho da saida do shopping mas eu vi um vestido que me interessou numa vitrine. Entramos na loja e eu percebi que um outro segurança do shopping ficou de plantão bem na porta da loja nos observando. Ele só saiu depois que a minha mãe pagou por uma blusinha.

Eu acabei não levando o vestido. Estava irritada com aquela situação de ser vigiada e consideradas criminosa.

Não me lembro de ter passado por algo parecido antes. Enfim. Mais uma pérola para marcar essa viagem.

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Upgrade

Chegamos no hotel e o recepcionista disse que ia nos das um upgrade de quarto sem custo adicional.

Que furada.

Os quartos têm 18 metros quadrados. Eu tinha reservado um quarto com 2 camas de solteiro. O “upgrade” que nos deram é um quarto do mesmo tamanho mas com uma cama de casal e uma de solteiro. Se eu soubesse que seria isso, teria dito que não queria upgrade nenhum.

Isso gerou uma desigualdade, já que uma dorme numa cama pequenininha e outra dorme na cama grande. Como o quarto é do mesmo tamanho, a cama grande toma mais espaço e isso quer dizer que tem menos espaço pra gente se movimentar e abrir as malas.

Outra coisa que não está bom. É um quarto para 3 pessoas, mas só tem um gancho para as toalhas no banheiro. A gente usando toalha de praia, toalha de piscina e toalha de banho. Nada seca naquele banheiro, especialmente por causa da umidade com essa chuva que não pára.

Definitivamente não dei sorte nessa viagem. Tomara que as coisas melhorem quando for para Joinville visitar minha irmã.

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Sombras

Estou chocada.

Ontem fez sol em Balneário e fomos para a praia. Com dores na coluna, pensei que minha mãe aguentaria no máximo uma meia hora lá.

O hotel não tinha cadeiras de praia para emprestar. Chegamos na praia e queriam nos cobrar 15 reais por aluguel de cada cadeira. 30 contos para sentar por meia hora? Não pago. Sentamos num banco de praça.

Era quase meio dia, um horário ruim para ir na praia. Calor demais. Fomos embora rápido.

De tardezinha deixei minha mãe descansando no hotel e fui fazer uma caminhada. Eu adoro caminhar descalso com o pé na beira d’água.

O sol da cinco da tarde estava quente ainda mas bem mais ameno. Pensei, será perfeito para uma caminhada.

Para minha surpresa, cheguei na praia e lá não tinha sol, só sombra.

Os prédios gigantes de mais de 20 andares na beira mar impedem que o sol brilhe na praia. Fiquei chocada. Nunca tinha visto nada igual. No Rio de Janeiro, em Santos, em Recife, vi prédios altos na beira mar, mas eles não fazem sombra na praia. Em Camboriú o único sol na praia de tarde é o que consegue passar pelas frestas entre os prédios.

Já falei que fiquei chocada? CHOCADA!

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Imprevistos

Fica difícil planejar uma viagem quando as informações que a gente recebe não são verdadeiras.

Quando eu perguntei para minha mãe se ela precisava de assistência com cadeira de rodas no aeroporto, ela se ofendeu e disse que anda por aí tudo.

Planejei então a viagem inteira baseada nessa informação. Calculei que minha mãe seria capaz de caminhar, bem devagar, até 1 km de distância, antes de precisar sentar para descansar.

Reservei uns hotéis que ficavam razoavelmente perto de estação rodoviária, de praia, de shoppings e afins, calculando que poderíamos caminhar um pouquinho.

No meu primeiro dia no Brasil convidei minha mãe para comer uma comidinha mineira no shopping. Lá eu também ia caçar uma loja de relógios para trocar a pulseira do meu que está quase rompendo.

Foi uma sorte ter ido a esse shopping. Enquanto procurávamos a loja de relógios (que fechou e demos com os burros n’água) eu percebi que minha mãe tem sérios problemas de mobilidade e não consegue caminhar nem 200 metros.

Ver aquilo me fez pensar que minha mãe não conseguiria caminhar do check-in no aeroporto até o portão de embarque no dia seguinte. Para quem conhece esses aeroportos grandes, sabe que lá dentro pode-se caminhar vários quilômetros até chegar no portão de embarque.

Já tinha passado o prazo para pedir assistência com cadeira de rodas. Normalmente se deve pedir com mais de 24 horas de antecedência, mas o nosso voo era em 20 horas. Como era uma emergência, eu liguei para a Latam e passei quase 40 minutos no telefone tentando conseguir assistência para minha mãe.

Foi muito estressante, mas no dia seguinte no aeroporto deu tudo certo e minha mãe ficou surpresa de como foi paparicada. Falou até que se soubesse que era assim, que quando precisou viajar para Belo Horizonte dois anos atrás também teria pedido assistência ao invés de ficar sofrendo.

O problema agora é que não tem nada para fazer em Camboriú além de ficar socada dentro de quarto de hotel. Com problema sério de mobilidade não dá pra gente caminhar até restaurantes, não dá para ir a um museu ou Aquário. Não dá para fazer nada, porque a coluna dói, a perna com a prótese dói. Não é fácil ser idoso com dores.

Se eu soubesse que as coisas estavam nesse ponto, eu não teria trazido minha mãe para Balneário Camboriú. Teria feito planos diferentes. Mas agora estamos aqui. E para piorar, chove sem parar. 5 dias de praia, dos quais foi chuva sem parar por 4 dias. É muita falta de sorte.

A única coisa boa é que nesse hotel tem uma piscina aquecida com a água bem quentinha. Isso ajuda um pouco.

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Shopping

Minha amiga de Singapura está aqui em Copenhague. Fui encontrá-la no shopping para jantar. Éramos 4 no total, comendo uma comidinha italiana.

Já tínhamos terminado a sobremesa e estávamos numa conversa animada quando a garçonete trouxe a conta sem que a gente tivesse pedido!

Enquanto analisávamos a conta para decidir se íamos dividir a conta por igual ou se cada um pagaria sua parte, começou a tocar no autofalante um anúncio de emergência.

Não dava para escutar direito por causa da música alta dentro do restaurante. O anúncio era em dinamarquês e em seguida falava em inglês. E assim foi repetindo a mesma mensagem inúmeras vezes.

Quando desligaram a música aí deu para ouvir direito e o povo começou a sair do restaurante.

Era um anúncio para evacuar o shopping imediatamente e não era para usar elevador.

Estávamos um pouco confusos. Enquanto os meus companheiros pegavam suas jaquetas e mochilas, eu paguei a conta.

Descemos de escada rolante e no andar de baixo tinha bastante fumaça. Não tinha cheiro de queimado. Tinha um cheiro adocicado que me lembrava cheiro de fumaça de extintores de incêndio.

Descemos mais um andar para encontrar a saída de emergência.

Lá fora havia vários carros do bombeiro e pessoas esperando para poder entrar no shopping novamente. Eu imagino que várias daquelas pessoas estavam no cinema e tiveram que sair no meio do filme.

Por sorte nós já tínhamos terminado de jantar e conseguimos pagar a conta antes de abandonar o lugar. Teria sido tão chato se tivéssemos que abandonar o prédio no meio da refeição.

No lado de fora do shopping estava bem frio. Ontem foi o primeiro dia de neve do ano.

Soo Hwee me reembolsou o valor da conta em espécie. Fazia muito tempo que eu não via dinheiro dinamarquês. Aqui ninguém usa dinheiro, só cartão.

Então o amigo da Soo Hwee diz assim: quando mandaram evacuar eu estava preocupado que era pelo mesmo motivo de 4 anos atrás.

Eu, que nunca acompanho o noticiário, não estava entendendo do que ele estava falando e perguntei: o que aconteceu nesse shopping 4 anos atrás.

Ele disse: tiroteio.

Daí eu com muita naturalidde falei: se fosse tiroteio não teriam mandado evacuar. Teriam mandado ficar no mesmo lugar e se abaixar.

Ele ficou pensativo e deu a entender que aquilo que eu falei fazia sentido.

Só então me lembrei do que passei em São Paulo uma vez, no shopping D. Eu estava dentro de uma loja quando de repente o povo começou a correr desesperado no corredor. Alguns entraram na loja dizendo que tinha um cara atirando. Fecharam a porta da loja e ficamos todos ali abaixados esperando alguém dar notícia de que os seguranças tinham prendido o cara armado.

Acho que inconscientemente meu cérebro lembrou esse episódio no shopping D e por isso eu disse o que eu disse. Que engraçado como o cérebro da gente funciona.

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Luz

Acordei de manhã e descobri que esqueci a luz do banheiro acesa a noite toda.

Se eu ainda morasse com meus avós, eu certamente teria ouvido a frase: Tá pensando que somos sócios da Copel?

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Pausa

Esse ano até que eu consegui atualizar o blog com frequência. Mas o inverno está chegando e a motivação está lá embaixo.

Nem me animei para contar como foi minha viagem para Berlim durante meu aniversário. Voltei pra casa cheia de fotos, pois viajei com uma amiga e fizemos bastante coisa. Mas e ânimo para escrever?

Acho que preciso de uma pausa do blog.

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Inspiração

https://youtu.be/cnyqUUmr1Q0?si=Ygp5IzMURCyEC0-E

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Níver

Normalmente no meu aniversário eu recebo um monte de mensagens de parabéns. Tem vezes que são tantas mensagens que eu não dou conta de responder todas no mesmo dia.

É legal saber que as pessoas pensam em mim.

Esse ano, no entanto, recebi bem menos mensagens. Umas sete pessoas, que sempre me escreviam, se esqueceram.

Imagino que a vida deve estar tumultuada para essas pessoas. Ou isso, ou eu não fui uma pessoa memorável esse ano.

Na Dinamarca dizem que se fizer sol no dia do seu aniversário é porque você foi bonzinho durante o ano.

Pois imagine. Passei meu aniversário em Berlim. Tanto no dia anterior como no dia posterior ao meu aniversário, fez sol. Mas no dia 12 mesmo, caiu uma chuva sem fim.

O que será que o universo está tentando me dizer?

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Planos

Meu aniversário está chegando e tenho alguns planos para comemorar.

Sentada aqui fazendo tais planos, fiquei pensando, mas o que eu fiz ano passado para comemorar meu dia?

Ano passado eu estava curtindo um solzinho e festival de forró em Nice, no sul da França. Teve até festinha surpresa num restaurante brasileiro. Foi bem legal.

E em 2023, o que eu fiz? Tive que consultar o blog para lembrar. Em 2023 eu passei meu aniversário todinho dentro dum avião a caminho do Japão.

Já faz dois anos. Eu nem lembrava mais. Aquela viagem parece um passado distante, mas nem é.

Daí bateu curiosidade de ver o que fiz em 2022, mas eu não escrevi nada no blog. Eu provavelmente estava aguardando anciosamente os resultados do meu curso de mestrado para saber se eu tinha completado o curso.

Esse ano eu não vou deixar passar em branco, mas só vou contar na semana que vem. Até lá.

Feliz dia das crianças. ☺️

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